A editora Levoir acaba de avançar ao Vinheta 2020, em primeira mão, que a sua Coleção de Novelas Gráficas, está de volta!
Tal como está de volta a sua parceria com o jornal Público para tal empreitada, que já será a nona. Posso dizer-vos que já conheço a totalidade das obras que irão compor esta coleção, mas, por agora, a editora não avança ainda com uma listagem final das obras, mantendo o suspense, que, naturalmente, eu irei respeitar.
No entanto, para os mais expectantes, o anúncio da listagem de obras há de estar muito (muito) próximo. Até porque esta coleção deverá arrancar ainda neste mês de maio, estando previstos 12 novos livros, entre os quais uma obra de autoria nacional.
Seja como for, é uma excelente notícia para todos os amantes de banda desenhada. Se há coisas boas que podem ser ditas sobre esta coleção - e muitas há, certamente - a melhor de todas é mesmo esta: houve muita gente que passou a ler banda desenhada por causa desta coleção. Conheço várias pessoas que poderia referir enquanto exemplo e certamente quem me está aqui a ler conhecerá também.
Portanto, é com muita alegria que vos dou esta confirmação: sim, este ano haverá nova Coleção de Novelas Gráficas da Levoir e do jornal Público.
A editora autorizou-me a avançar-vos 3 das obras que farão parte desta coleção:
A Aranha de Mashhad - Viagem a um Irão Desconhecido
Mana Neyestani
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Dostoievski - O Sol Negro
Henrik Rehr e Chantal Van Den Heuvel
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O Piano Oriental
Zeina Abirached
Além disto, dou-vos nota de que o primeiro livro da coleção, A Aranha de Mashad, será lançado durante o Maia BD, onde decorrerá a exposição Vozes do Irão: Desenhar a Liberdade, que incluirá originais de Shaghayegh Moazzami, autora de Assombrada, que marcará presença no evento.




Ainda bem que te deram essa honra de revelar três livros… Agora a sério, as datas de saída da coleção e os doze volumes que a compõem estão descritos no site da loja do Público. Mais um momento cringe para a coleção da blogosfera blogueira…
ResponderEliminarTambém já conhecia todos os volumes, mas respeito o que os editores/jornal me pedem. Abraço.
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