segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

Os 10 Melhores Eventos de BD em Portugal!


Uma das razões mais apontadas para o bom momento que a banda desenhada vive em Portugal é o número de edições - de obras nacionais ou estrangeiras - que tem vindo a registar uma tendência crescente e robusta nos últimos anos. Com efeito, cada vez são mais os autores nacionais que lançam livros de BD por cá, mas também vão sendo mais frequentes o número de obras estrangeiras editadas para o mercado português.

Sendo isso verdade, há também uma outra razão que é demonstrativa da boa situação da BD em Portugal: a cada vez maior oferta em termos de eventos dedicados à banda desenhada. Essa oferta é já tão assinalável que, nos últimos anos, passámos de uma situação em que não havia praticamente nenhum evento dedicado à banda desenhada, para uma dezena de eventos. Aliás, se contarmos com os eventos mais pequenos, geralmente organizados por lojas ou editoras, ou por outras iniciativas mais avulsas, até superamos facilmente a dezena de eventos anuais.

Como tal, e porque há muito que eu achava que era necessário que alguém fizesse algo para clarificar e agrupar os principais eventos de banda desenhada que por cá são organizados, com vista a ajudar os amantes de BD mais incautos, avanço com a minha lista dos 10 Melhores Eventos de BD em Portugal que, bem sei, na prática até será mais um Roteiro de Eventos para Bedéfilos. Digo isto porque, como qualquer arte que arrasta os seus admiradores, também a banda desenhada leva muitos leitores de BD a visitar, se não todos, grande parte dos eventos onde a 9ª arte é tema central.

O objetivo deste artigo é apresentar um pouco cada evento, bem como a minha opinião sobre o mesmo, e a data e local em que cada certame tem lugar.

Por falar em locais, e por muito que se repita a ideia que tudo em Portugal é muito centralizado na cidade de Lisboa, pelo menos em termos de eventos de banda desenhada durante este ano de 2024, parece-me que o território nacional está razoavelmente bem coberto. Há 4 eventos no distrito de Lisboa, 2 eventos no distrito do Porto e, depois, temos eventos espalhados pelos distritos de Aveiro, Coimbra, Setúbal e Beja. Se traçarmos uma linha a meio do mapa de Portugal, verificaremos que 6 eventos são localizados a sul e 4 eventos são localizados a norte do país. A situação parece-me bastante equilibrada e justa, diria.
Já quanto às datas, deixo desde já a minha crítica. Dos 10 eventos mais relevantes de banda desenhada organizados em Portugal, 8 deles acontecem num espaço de 4(!) meses. Num intervalo de 81 dias, para ser mais exato. Ora, como é óbvio, isto gera uma grande aglomeração de eventos com o próprio mercado a canibalizar-se a si mesmo, pois não se torna viável para os amantes de BD a visita a todos os certames. Até porque existe a situação de "overbooking" com alguns eventos a acontecerem em simultâneo.

Bem sei que a decisão por estas datas será influenciada por ditames e escolhas Camarárias - que normalmente disponibilizam os fundos para a organização destes eventos. De qualquer forma, parece-me óbvio que seria mais adequado e viável se estes eventos estivessem mais espaçados por todo o ano. Todos - leitores, autores, editores - ganhariam.

Fica a sugestão!

Convido-vos, portanto, a visitarem cada um destes eventos e a marcarem-nos na vossa agenda. 

De seguida, deixo-vos, então, com a lista dos 10 Melhores Eventos de BD em Portugal:

sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

Análise: Bubas – Addicted to Love

Bubas – Addicted to Love, de Derradé e Beatriz Duarte - Editora Polvo

Bubas – Addicted to Love, de Derradé e Beatriz Duarte - Editora Polvo
Bubas – Addicted to Love, de Derradé e Beatriz Duarte

Foi no passado mês de Outubro, em pleno Amadora BD, que a editora Polvo publicou o mais recente livro de Derradé, intitulado Bubas – Addicted to Love.

E mesmo sendo verdade que estamos perante um álbum que procura reunir as bandas desenhadas anteriormente publicadas pelo autor português no semanário regional Terra Viva, esta edição reveste-se de significância por outros motivos. Em primeiro lugar, porque, desta feita, Derradé se faz acompanhar pela sua filha, Beatriz Duarte, que deu cor a todas estas histórias que haviam sido originalmente publicadas a preto e branco. Algo que a autora já havia feito no livro Há Quem Queira Que a Luz Se Apague, com argumento de Mário Freitas, lançado também este ano pela Kingpin Books. Além disso, este Bubas – Addicted to Love acaba por oferecer algum material inédito através de uma nova e diferente conclusão da história.

Bubas – Addicted to Love, de Derradé e Beatriz Duarte - Editora Polvo
A personagem de Bubas, que já foi devidamente abordada na trilogia Há Piores!, recebe aqui um novo livro que traça todo o humor que é característico à personagem. Bubas é um estudante universitário que parece estar mais preocupado com as bezanas do que com os estudos. Além de que, como qualquer outro jovem, vive obcecado em ter sexo. Daí ser “Addicted to Love”, à boa maneira do hit do músico Robert Palmer, em cujo videoclip a própria capa do livro se baseia.

Mas se os avanços e recuos com o sexo oposto – com o objetivo sempre claro e inequívoco - de ter relações sexuais – parecem ser o dínamo que move Bubas, a verdade é que a personagem é isenta de malícia. Acredito que, à luz do mundo sensaborão atual em que vivemos, onde qualquer comportamento de engate, de flirt, é digno de cancelamento e repressão, Bubas possa incomodar certos leitores mais sensíveis. Mas digo-vos que, se isso acontecer, o problema estará nesses leitores e não no Bubas.

Porque, não só o humor que aqui nos é dado é ingénuo e clássico na forma – com temas que já vimos noutras obras e noutros meios – como a obra até consegue, lá mais para o meio, tornar-se séria e explorar alguns temas éticos que podem emergir em qualquer tipo de relação amorosa.

Bubas – Addicted to Love, de Derradé e Beatriz Duarte - Editora Polvo
O livro vai mudando também em termos de forma, à medida que vamos avançando na sua leitura. As vivências de Bubas começam por nos ser reveladas através do recurso à tira humorística, onde Derradé nos brinda com breves gags próprios do cartoon. Mas, mais para a frente, a planificação e soluções narrativo-gráficas do autor vão sendo mais diversificadas. Coisa que, quanto a mim, ajuda a que a leitura se torne mais diversificada.

Outra coisa que apreciei bastante neste Bubas – Addicted to Love foi a linha narrativa comum entre gags. Embora o livro seja, no fundo, um conjunto de histórias breves, há um fio condutor em termos dos acontecimentos que vão sucedendo ao protagonista da obra. E isso acaba por ser bem conseguido, pois faz-nos criar uma relação com as personagens e ficarmos mais envolvidos na trama. Dito por outras palavras, o livro traz uma história inteira que é depois dividida e explorada em diversos gags humorísticos. Também em Fogo Sagrado, o autor nos apresentou esta técnica narrativa.

A trama não se leva muito a sério e procura, acima de tudo, entreter e divertir o leitor. Mesmo assim, e como já referi, consegue passar uma mensagem relativamente às ações de Bubas. Tenho que admitir que me ri várias vezes com algumas das peripécias com as quais Bubas teve de lidar. Claro que há algumas piadas mais secas ou previsíveis, mas, de um modo geral, este humor leve, com uma personagem indecorosa, que bem podia ser um Homer Simpson nos tempos da sua juventude, prendeu-me à leitura.

Assim, e tendo em conta que vivemos um período mais negro para o humor, onde tudo o que é feito nesta vertente parece deixar sempre alguém incomodado ou ofendido, é com bons olhos que olho para personagens como Bubas.

Bubas – Addicted to Love, de Derradé e Beatriz Duarte - Editora Polvo
Em termos de desenho, temos um trabalho bem ao jeito de Derradé, com um traço bastante simples e “cartoonesco”, mais votado para passar o gag de forma eficiente e divertida, do que para surpreender em termos de detalhes ilustrativos. Não obstante, várias são as páginas onde Derradé consegue surpreender pela positiva, dando-nos desenhos mais arrojados. Mas é na boa ilustração das expressões exageradas das personagens, ou no desenho de situações caricatas, que Derradé demonstra os seus skills enquanto experiente autor de banda desenhada de humor.

Beatriz Duarte é responsável pelas cores desta obra que, quanto a mim, a elevam muito mais. Sendo, conforme já disse, um desenho simples e linear, parece-me que a utilização das cores dá muito mais vida, profundidade, qualidade gráfica, leveza - e até um cariz mais comercial - à obra. Portanto, parece-me que Beatriz Duarte foi uma ótima introdução para melhorar o trabalho de Derradé.

A edição da Polvo é em capa dura baça, com bom papel brilhante. A impressão e a encadernação estão bem feitas. Tendo em conta que é um livro que encerra (?) uma personagem, ou que pelo menos reedita a cores algumas histórias que já não eram fáceis de encontrar, acho que teria sido simpático se o livro trouxesse um breve dossier de extras que permitisse explicar e introduzir melhor a personagem. Mas, mesmo assim, tenho que admitir que a edição da obra está decente.

Concluindo, é bom voltar à personagem de Bubas, que tem o condão de nos fazer recuar até aos tempos da nossa vida académica, onde a bebida e, especialmente, o sexo eram o Santo Graal pelo qual procurávamos incessantemente, interrompendo-o, por momentos, para frequentar algumas aulas. E num tempo de cancelamento do humor, é bom celebrarmos personagens divertidas e não-chatas como Bubas que é mais próximo de todos nós do que aquilo que, de há uns tempos para cá, a sociedade quer admitir.


NOTA FINAL (1/10):
7.8



Convite: Passem na página de instagram do Vinheta 2020 para verem mais imagens do álbum. www.instagram.com/vinheta_2020


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Bubas – Addicted to Love, de Derradé e Beatriz Duarte - Editora Polvo

Ficha técnica
Bubas – Addicted to Love
Autores: Derradé e Beatriz Duarte
Editora: Polvo
Páginas: 68, a cores
Encadernação: Capa dura
Formato: 17,3 x 24,6 cm
Lançamento: Novembro de 2023

Análise: Blacksad 7 - Então, Tudo Cai (Segunda Parte)

Blacksad 7 - Então Tudo Cai (Segunda Parte), de Juan Díaz Canales e Juanjo Guarnido - Ala dos Livros


Blacksad 7 - Então Tudo Cai (Segunda Parte), de Juan Díaz Canales e Juanjo Guarnido - Ala dos Livros
Blacksad 7 - Então, Tudo Cai (Segunda Parte), de Juan Díaz Canales e Juanjo Guarnido

Passaram-se dois anos entre o lançamento da primeira parte deste díptico e a sua conclusão, que chegou às livrarias pelas mãos da Ala dos Livros apenas há umas semanas. Esta é a primeira vez em que a série Blacksad conta com uma história maior em dimensão, que precisa de ser dividida em dois volumes. Como tal, a expectativa de todos os fãs da franquia era muita. E sendo verdade que o primeiro tomo, que já aqui analisei, assegurou a boa qualidade da narrativa e argumento, havia algumas pontas soltas que faltava fechar com aprumo neste segundo volume. E, felizmente, isso acontece e esta segunda parte de Então, Tudo Cai é, sem sombra de dúvidas, um dos livros do ano!

Blacksad 7 - Então Tudo Cai (Segunda Parte), de Juan Díaz Canales e Juanjo Guarnido - Ala dos Livros
Sobre Guarnido e sobre o seu trabalho nas ilustrações, não sei o que mais possa dizer. De todas as séries de banda desenhada que já li – e, sim, já li muitas – não há nenhuma que, na minha opinião, supere Blacksad em termos de beleza ilustrativa. Bem sei que esta é uma questão meramente subjetiva e, por isso, vale o que vale. Mas é com sinceridade que afirmo que toda este ambiente de “Disney para adultos”, com um toque demarcadamente noir, me conquistou desde o primeiro momento em que pousei os meus olhos na primeiríssima vinheta da série. E isso foi há mais de 20 anos! De lá para cá, foi com gosto e prazer que fui vendo que Juanjo Guarnido foi moldando e aperfeiçoando ainda mais aquilo que aos meus olhos já era perfeito.

O resultado desta segunda parte de Então, Tudo Cai é um livro miraculosa e magistralmente ilustrado. Cada pequena ou grande vinheta, cada personagem, cada expressão, cada cenário… tudo é feito com classe por parte de Guarnido. Com profundidade visual, com inúmeros detalhes deliciosos e conseguindo extrair da fisionomia de um animal, um conjunto de emoções verdadeiramente humanas - e humanizantes.

E mais! Ainda nem falei das cores! Com uma lindíssima paleta de cores que encaixa que nem uma luva no tom da história, a obra atinge patamares estratosféricos em termos visuais! E quanto ao uso das aguarelas, vou pôr as coisas desta forma: não me lembro de nenhum autor de banda desenhada que supere a técnica de Guarnido em termos de utilização de aguarela. Visualmente, quer este último livro, quer toda a série, é um verdadeiro festim para os olhos.

Blacksad 7 - Então Tudo Cai (Segunda Parte), de Juan Díaz Canales e Juanjo Guarnido - Ala dos Livros
Tudo é feito, portanto, com um virtuosismo técnico e, ao mesmo tempo, inspiração emocional, que faz com que Blacksad seja uma obra perfeita em termos ilustrativos. Portanto, partindo desse ponto, tudo aquilo que pode ou não funcionar são os argumentos para os vários tomos. Ou seja, o trabalho de Guarnido é uma tal garantia de qualidade, que a “pressão” ao nível da maior ou menor qualidade da obra recai forçosamente nos ombros de Juan Díaz Canales.

Mas, mais uma vez, Canales está à altura da tarefa e assina aqui mais uma bela história. Talvez não seja a minha favorita e talvez houvesse forma de capitalizar um bocadinho melhor alguns elementos e/ou personagens da história, mas, ainda assim, esta é uma história muitíssimo competente, bem amarrada a si mesma, que nos prende à trama e aos eventos que impactam as várias personagens deste Então, Tudo Cai.

A história que já havia sido avançada no primeiro volume deste díptico, coloca Blacksad e o seu fiel amigo Weekly perante uma cidade de Nova Iorque em mutação, onde os interesses económicos de certos grupos parecem querer suplantar-se aos interesses mais gerais e mundanos da população. Solomon, uma autêntica ave de rapina, é um empresário construtor, bastante focado e vocacionado para as grandes obras públicas e a fama e adoração que as mesmas parecem granjear àqueles que as encabeçam. E é por isso que Solomon quer, a todo o custo, construir uma enorme ponte mesmo que, para tal, tenha que pisar os líderes do sindicato dos trabalhadores do metro. Quando se quer construir uma ponte para os carros, talvez não seja tão bom assim que se invista muito no metro, certo?

Blacksad 7 - Então Tudo Cai (Segunda Parte), de Juan Díaz Canales e Juanjo Guarnido - Ala dos Livros
E é quando Blacksad começa a investigar o passado de Solomon, que se apercebe de como o implacável construtor teve que silenciar muita gente, deixando um rasto de sangue à sua passagem. Entretanto, Iris Allen, a diretora do teatro que vai alimentando essa necessidade de cultura da classe trabalhadora da cidade - e que tinha chamado para a auxiliar uma velha e marcante conhecida de John Blacksad - é assassinada. Por sua vez, Weekly, cai numa armadilha e acaba a ser acusado deste mesmo assassinato. Blacksad terá, pois, que fazer os possíveis e os impossíveis não só para comprovar a inocência do seu amigo, como para desvendar este caso de corrupção.

Canales continua a apresentar uma bela escrita onde cada comentário que o protagonista nos dá, em voz off, fica na memória e faz-nos refletir. Os diálogos e as novas personagens também se apresentam bem trabalhados embora, como já disse, algumas personagens pudessem ter sido exploradas com mais ênfase, parece-me. Ainda assim, as grandes questões que ficaram sem resposta no primeiro volume, são aqui muito bem trabalhadas por Canales, unindo bem os pontos da trama. Há espaço para belas reviravoltas e posso desde já assegurar-vos que o final da história é de uma audácia autoral verdadeiramente fantástica. Tudo acaba por ser muitíssimo bem feito nesta história que envolve as ramificações do poder político, a corrupção, a máfia a construção civil e os diversos lobbies. Canales tem o mérito de conseguir dar-nos uma história densa – por sinal, a mais densa da série – mas sem que a mesma se torne enfadonha.

Blacksad 7 - Então Tudo Cai (Segunda Parte), de Juan Díaz Canales e Juanjo Guarnido - Ala dos Livros
Um detalhe delicioso é o facto de a junção das capas dos dois volumes, quando colocadas lado a lado, formarem uma só ilustração. Como se, com efeito, cada um dos livros precisasse do outro para almejar voos e relevância maiores. E assim é.

A história prova bem que nada é para sempre. Tudo acaba por cair. É uma questão de tempo. Até as artes, como o teatro, ou a modernização, como a arquitetura, estão condenadas a cair. A serem substituídas. Por falar nisso, o que (também) é incrível em Blacksad é que esta seja, afinal de contas, uma série que tem como personagens todo o tipo de animais, mas que, ainda assim, seja munida por um humanismo que é raro encontrar em banda desenhada.

Quanto à edição da Ala dos Livros, o livro apresenta a expetável capa dura brilhante, bom papel, boa encadernação e boa impressão. Sendo uma edição a que não se pode apontar nenhuma falha, não está, porém, ao mesmo nível qualitativo da reedição dos primeiros álbuns da série que a editora tem vindo a fazer. Mas também não se esperava que isso acontecesse, diga-se. Esta é, afinal de contas, uma edição “normal”, enquanto que essa é uma edição verdadeiramente “especial”. Nota ainda, positiva, para o facto de o lançamento português ter sido feito em simultâneo com o lançamento original da obra.

Em suma, a espera valeu a pena! Este segundo volume de Então, Tudo Cai volta a trazer-nos uma história de alto nível, sob qualquer prisma de análise, onde tudo parece confluir de forma perfeita. É dessa forma que, normalmente, os clássicos são feitos. E Blacksad é um clássico. Não é por este livro ter algumas semanas de vida apenas, que não será bom, importante e obrigatório daqui a 50 ou 100 anos. Não percam mais tempo e vão comprá-lo!


NOTA FINAL (1/10):
10.0



Convite: Passem na página de instagram do Vinheta 2020 para verem mais imagens do álbum. www.instagram.com/vinheta_2020


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Blacksad 7 - Então Tudo Cai (Segunda Parte), de Juan Díaz Canales e Juanjo Guarnido - Ala dos Livros

Ficha técnica
Blacksad 7 - Então tudo cai (Segunda parte)
Autores: Juan Díaz Canales e Juanjo Guarnido
Editora: Ala dos Livros
Páginas: 54, a cores
Encadernação: Capa dura
Formato: 235 x 310 mm
Lançamento: Outubro de 2023

quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

ASA vai lançar novos volumes de Airborne 44!



Eis mais uma novidade que é dada em primeira mão pelo Vinheta 2020: a ASA confirma que vai lançar os volumes em falta da série Airborne 44, de Philippe Jarbinet!

Recordo que, por cá, esta série foi lançada originalmente numa coleção com seis volumes que saiu com o jornal Público. Mas, entretanto, o autor belga Jarbinet foi continuando a série que, neste momento, se encontra com 10 volumes.

A ASA ainda chegou a lançar os volumes 7 e 8, durante o ano 2020.

Estavam, portanto, em falta, e já há algum tempo, os volumes 9 e 10 de Airborne 44 intitulados, respetivamente, Black Boys e Wild Men.

E a ASA já fez saber que vai retomar esta bela série. O que é uma boa notícia, uma vez que esta tem sido uma bela série de guerra ambientada na Segunda Guerra Mundial.

Mais abaixo, deixo-vos com as capas das edições originais destes dois livros, que formam uma só história.