terça-feira, 2 de junho de 2026

Análise: Um Quadrado de Céu

Um Quadrado de Céu, de Susana Moreira Marques e Joana Afonso - Os Livros de Oeiras - Município de Oeiras

Um Quadrado de Céu, de Susana Moreira Marques e Joana Afonso - Os Livros de Oeiras - Município de Oeiras
Um Quadrado de Céu, de Susana Moreira Marques e Joana Afonso

Foi há poucas semanas que o Município de Oeiras editou, através da sua chancela Os Livros de Oeiras, a obra Um Quadrado de Céu - Ou Como Escrever um Livro sobre Caxias, que marca a estreia de Susana Moreira Marques como autora de banda desenhada, neste caso, como argumentista. Já relativamente aos desenhos, a autora é a experiente Joana Afonso.

Esta é uma obra que procura recuperar memórias do que foi a vida dos portugueses, especialmente daqueles que eram opositores ao regime, durante o tempo da ditadura do Estado Novo em Portugal. O livro foca-se especialmente nos testemunhos de antigos presos políticos que acabaram prisioneiros na prisão de Caxias. 

Um Quadrado de Céu, de Susana Moreira Marques e Joana Afonso - Os Livros de Oeiras - Município de Oeiras
Começo por dizer que a iniciativa camarária de promover conhecimento e História através da banda desenhada, merece sempre as minhas vénias. Depois de anos e anos em que a banda desenhada era sempre olhada com desdém por parte de muita gente, incluindo entidades públicas, é bom ver que esse estigma está cada vez mais ultrapassado e que, hoje em dia, a banda desenhada é vista como um meio artístico tão respeitável como outro qualquer. 

E mesmo tendo em conta que o livro dá destaque aos testemunhos de antigos presos da prisão de Caxias, a verdade é que a obra é bem mais do que isso. Na verdade, até vos posso dizer que este Um Quadrado de Céu me surpreendeu justamente pela sua abordagem. Estava à espera de algo mais institucional, quiçá mais com o mero intuito de informar - o que já era mais que válido, convenhamos -, mas esta é uma obra bem mais madura que isso.

E para tal conta o belo trabalho de Susana Moreira Marques no argumento que, em vez de ser demasiadamente informativo, opta por uma abordagem bem mais autobiográfica, convidando o leitor a embarcar na própria experiência pessoal da autora, bem como a pesquisa que esta fez, para a conceção do livro. 

Um Quadrado de Céu, de Susana Moreira Marques e Joana Afonso - Os Livros de Oeiras - Município de Oeiras
Com efeito, desde o início, percebemos que a autora opta por um caminho menos convencional, recusando tanto um tom excessivamente informativo, como uma reconstituição direta e literal das experiências dos presos políticos da prisão de Caxias. Essa escolha confere ao livro uma identidade muito própria, que o diferencia de outras obras sobre o mesmo tema. A própria divisão da história em capítulos - e os próprios nomes dos mesmos - dá força a esta tentativa de fazer as coisas de modo diferente.

E esta abordagem diferenciada foi mesmo um dos aspetos que mais apreciei neste livro, pois dá-lhe uma boa dose de equilíbrio. A autora não cede à tentação de transformar o livro num documento histórico pesado ou didático, mas também não ignora a importância do contexto em que se insere. Em vez disso, encontra um meio-termo muito eficaz, permitindo que o leitor absorva a dimensão histórica de forma mais subtil e envolvente, sem perder o rigor nem a intenção de memória.

A opção por uma narrativa na primeira pessoa revela-se particularmente feliz, pois ao centrar-se no seu próprio processo de criação da obra, a autora aproxima-se do leitor e torna a experiência mais íntima. Não estamos apenas a ler sobre os presos de Caxias; estamos a acompanhar alguém que se confronta com esse legado, que o descobre, interpreta e tenta compreendê-lo emocionalmente.

É verdade que temos referências a factos concretos, como os testemunhos da tortura praticada na prisão de Caxias até à celebre fuga da prisão de alguns presos - evento esse que, já agora, também é retratado no recentemente publicado, e já aqui analisado, A Fuga, de Paulo Caetano e Jorge Mateus. 

Um Quadrado de Céu, de Susana Moreira Marques e Joana Afonso - Os Livros de Oeiras - Município de Oeiras
Além de recuperar o passado, Um Quadrado de Céu levanta uma reflexão importante: quer queiramos, quer não, o passado influencia o presente. Como tal, fica a pairar no ar a seguinte questão: até que ponto a sociedade atual está a proteger a liberdade conquistada após o 25 de Abril? Especialmente quando vemos várias mudanças nos discursos atuais sobre a própria ditadura, bem como apreendemos alguns sinais contemporâneos de ameaça à democracia, como o crescimento de ideologias extremas ou a indiferença social, é algo a que não devemos deixar de prestar atenção. 

Essa abordagem permite também a integração de vários testemunhos de uma forma orgânica. Em vez de surgirem como relatos isolados ou meramente documentais, essas vozes são entrelaçadas na narrativa, contribuindo para uma experiência mais sensorial e reflexiva. Mais do que nos contar como foram os detalhes dos presos políticos de Caxias, a obra dá-nos um vislumbre mais genérico sobre o que ali se passou. E fá-lo sempre com um paralelismo aos dias de hoje, com temas como a liberdade de expressão, o 25 de Abril, a perseguição política, etc. Há também belas pontes para aquilo que é mostrado através das palavras e aquilo que os desenhos nos mostram. 

E é precisamente esse carácter sensorial que dá à obra uma maturidade notável. Não estamos perante uma leitura única básica ou simplista, mas, pelo contrário, encontramos espaço para ambiguidades, silêncios e reflexões que não devemos menosprezar. Esse cuidado na construção da narrativa e na escolha do ponto de vista revela um forte sentido autoral, que eleva o livro para além do mero testemunho histórico. Se esta é a estreia da autora em banda desenhada, tenho que lhe endereçar os parabéns, pois soube arquitetar uma história que consegue usar bem as várias ferramentas que a banda desenhada permite.

Um Quadrado de Céu, de Susana Moreira Marques e Joana Afonso - Os Livros de Oeiras - Município de Oeiras
Claro que, para isso, também contou o sempre bom trabalho de Joana Afonso. Eu sei que me repito, sei que já disse isto muitas vezes, sei que talvez comece a ser aborrecido... mas sou mesmo fã do trabalho da Joana Afonso. Parece-me que a autora não sabe fazer maus livros. Mesmo quando o livro não é fantástico, o seu trabalho visual salva-o. Ora, neste caso em que, repito, Susana Moreira Marques montou um bom argumento, Joana Afonso contribui, por seu lado, com um belo livro em termos visuais. 

É claro que não há aqui nenhuma cisão com aquilo que já conhecemos da autora. O seu estilo de desenho, muito singular e original, continua a caracterizar-se por uma bela expressividade que consegue combinar um traço aparentemente simples com uma grande força emocional. As suas figuras surgem muitas vezes simples, com linhas seguras e pouca ornamentação, o que reforça a dimensão humana e íntima das personagens, ainda que os seus traços tenham frequentemente um lado bastante caricatural, quase "cartoonesco", que lhes confere identidade e proximidade. 

Basta-nos segundos a olharmos para um desenho de Joana Afonso para sabermos que se trata de um trabalho seu. No caso em concreto deste Um Quadrado de Céu, como é uma obra menos propensa a alguns temas mais fantasiosos, presentes noutras obras da autora, até verifico uma certa contenção nos desenhos de Joana Afonso, o que, naturalmente, responde da forma mais adequada àquilo que a história estava a pedir. Encontramos, portanto, vários exemplos em que a composição das páginas tende a privilegiar o ritmo e o silêncio, criando atmosferas densas e meditativas. Os momentos de silêncio são, pois, particularmente bem conseguidos. Há também uma atenção especial aos gestos, aos olhares e aos pequenos detalhes, que acabam por sugerir mais do que mostram diretamente, contribuindo para uma leitura mais sensorial e introspectiva. E, claro, até no processo de cores, Joana Afonso nos oferece mais um belo trabalho.

Talvez por tudo isto, Um Quadrado de Céu se afirme como uma das melhores obras de banda desenhada sobre o 25 de Abril, ou inspiradas por ele. É verdade que são já bastantes os livros de banda desenhada que, compreensivelmente, trataram este tema. Mas se muitos deles foram demasiado expositivos, outros demasiadamente abstratos ou fantasiosos, este livro ganha pela sua sobriedade e, contemporaneidade ao mesmo tempo. Não o afirmo pelo tema do 25 de Abril em si, mas pela forma como aborda esta assunto: com sensibilidade, inteligência e profundidade. É um livro que não se limita a relembrar o passado, mas que nos ajuda a compreendê-lo de uma forma mais humana e atual.

Em termos de edição, a obra apresenta um belo aspeto, com a sua capa dura brilhante e o bom papel brilhante contido no miolo do livro. A encadernação e impressão também são bastante boas - especialmente tendo em conta o simpático preço do livro. No final, há duas páginas com breves notas biográficas sobre alguns antigos presos políticos que, através dos seus testemunhos, colaboraram para este livro.

Em conclusão, Um Quadrado de Céu afirma-se como uma obra profundamente relevante não só pela memória que preserva, mas pela forma como a transforma numa experiência íntima e reflexiva. Ao recusar uma abordagem puramente documental, as autoras deste belo e bem-vindo livro convidam o leitor a envolver-se ativamente com o passado, reconhecendo a sua relevância para o presente. Mais do que recordar a realidade da prisão de Caxias, o livro alerta para a fragilidade da liberdade e para a responsabilidade coletiva de a preservar, lembrando-nos de que o futuro se constrói a partir da consciência e das escolhas que fazemos hoje.


NOTA FINAL (1/10):
8.9



Convite: Passem na página de instagram do Vinheta 2020 para verem mais imagens do álbum. www.instagram.com/vinheta_2020


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Um Quadrado de Céu, de Susana Moreira Marques e Joana Afonso - Os Livros de Oeiras - Município de Oeiras

Ficha técnica
Um Quadrado de Céu - Ou Como Escrever um Livro sobre Caxias
Autoras: Susana Moreira Marques e Joana Afonso
Editora: Os Livros de Oeiras
Páginas: 72, a cores
Encadernação: Capa dura
Formato: 21 x 28 cm
Lançamento: Abril de 2026

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Festival de BD de Beja 2026 arranca esta sexta-feira!


A concentração anual de bedéfilos está quase a começar! Sim, falo do Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, que inaugura já na próxima sexta-feira, dia 5 de junho, naquela que é a sua 21ª edição!

Para que não vos falte nada, coloco, mais abaixo, o programa completo do evento, a informação relativa a autógrafos e às exposições que estarão patentes.

São cinco os autores estrangeiros que marcarão presença no evento: Benjamin Bachelier, Luckas Iohanathan (autor de Como Pedra) , Philippe Girard (autor de O Príncipe dos Pássaros de Alto Voo), Simone Baumann e Thomas Ott (autor de A Floresta e de O Número 73304-23-4153-6-96-8).

Tenho, como sabem, um grande carinho por este evento e por tudo aquilo que o mesmo representa, portanto convido-vos a marcar presença. Se for a vossa primeira vez, não tenho dúvidas de que ficarão maravilhados com a experiência.

Mais abaixo, deixo-vos com todas as informações sobre o Festival de Beja.

Ora vejam.

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Análise: As Guerras de Lucas - Episódio II

As Guerras de Lucas - Episódio II, de Laurent Hopman e Renaud Roche - Ala dos Livros

As Guerras de Lucas - Episódio II, de Laurent Hopman e Renaud Roche - Ala dos Livros
As Guerras de Lucas - Episódio II, de Laurent Hopman e Renaud Roche

A editora Ala dos Livros publicou há algumas semanas o segundo livro de As Guerras de Lucas, da autoria de Laurent Hopman e Renaud Roche, série pensada para três volumes, que nos mergulha nas angústias e glórias alcançadas pelo cineasta George Lucas na feitura da sua mais célebre obra de sempre, Star Wars. E se o primeiro volume deixou muita gente muito bem impressionada, comigo incluído, como tive oportunidade de referir na análise que fiz ao primeiro volume, este novo livro continua o bom caminho já trilhado pelos dois autores franceses.

Naturalmente, e à semelhança do álbum anterior, As Guerras de Lucas - Episódio II volta a colocar-nos no olho do furacão criativo e produtivo que esteve por detrás da construção do universo Star Wars, com o enfoque a recair, desta feira, no segundo filme da saga, O Império Contra-Ataca, frequentemente apontado como o mais aclamado filme de toda a franquia. E, tal como já acontecia no primeiro volume, Hopman e Roche oferecem-nos não apenas um relato factual, mas uma verdadeira narrativa de tensão, quase épica, sobre tudo aquilo que poderia ter corrido mal - e tantas vezes correu, diga-se.

As Guerras de Lucas - Episódio II, de Laurent Hopman e Renaud Roche - Ala dos Livros
Depois do estrondoso sucesso do primeiro A Guerra das Estrelas, seria legítimo pensar que George Lucas tivesse finalmente encontrado um terreno estável para trabalhar. Afinal, era agora uma figura respeitada em Hollywood, com recursos financeiros significativos e com uma legião global de fãs. No entanto, aquilo que Roche e Hopman fazem de forma particularmente eficaz é desmontar essa ideia de facilitação: o sucesso anterior não simplificou o caminho para o segundo filme da saga... complicou-o ainda mais.

E por vários motivos.

Durante a preparação de O Império Contra-Ataca, Lucas encontrava-se envolvido numa avalanche de responsabilidades simultâneas. Tentava transformar o seu rancho numa espécie de comunidade criativa, quase utópica, para realizadores; tinha ainda obrigações contratuais com o filme More American Graffiti; começava a desenvolver, em parceria com Steven Spielberg, aquilo que viria a tornar-se a saga Indiana Jones; e, paralelamente, geria a pressão pessoal da sua esposa, Marcia Lucas, que desejava uma vida mais equilibrada e a construção de uma família a dois. Este cruzamento de exigências profissionais e pessoais confere ao livro uma dimensão humana particularmente interessante. Muita coisa com que lidar, certamente.

As Guerras de Lucas - Episódio II, de Laurent Hopman e Renaud Roche - Ala dos Livros
E, como se tudo isto não bastasse, a própria produção de O Império Contra-Ataca revela-se ainda mais caótica do que a do primeiro filme. Problemas com os atores, dificuldades técnicas nas filmagens, atrasos constantes e um orçamento que, assegurado diretamente pelo próprio George Lucas, parece crescer sem controlo, tornam-se ingredientes recorrentes desta narrativa. A sensação de inevitável desastre paira constantemente sobre o leitor, num crescendo de tensão que Roche e Hopman sabem explorar com grande eficácia, tal como já o haviam feito no livro anterior.

Voltamos, portanto, a não estar apenas perante uma história de cinema, mas perante o retrato de um homem à beira da exaustão criativa e emocional. George Lucas surge aqui quase como uma figura trágica, constantemente empurrada para o limite pelas suas próprias ambições e pelas circunstâncias exteriores a si mesmo. 

Tal como no primeiro volume, o estilo narrativo mantém-se eletrizante. A leitura faz-se quase sem respiração, com os acontecimentos a sucederem-se de forma intensa, em catadupa, sempre com a sensação de que o próximo obstáculo poderá ser o derradeiro. E este ritmo, já anteriormente elogiado por mim, continua a ser um dos maiores trunfos da obra.

As Guerras de Lucas - Episódio II, de Laurent Hopman e Renaud Roche - Ala dos Livros
Além de que, claro, pelo caminho aprendemos inúmeras informações pertinentes e curiosas sobre a feitura do filme e sobre a própria indústria cinematográfica. O que faz com que, além de ser um livro direcionado para os fãs de A Guerra das Estrelas, este livro também se destina aos fãs de cinema, de modo geral. Laurent Hopman consegue, mais uma vez, produzir um equilíbrio notável entre rigor documental e fluidez narrativa. Sentimos que há uma pesquisa profunda por detrás de cada página, mas essa densidade nunca se torna pesada. Pelo contrário, a história é apresentada com uma dinâmica que nos prende do início ao fim, mesmo quando entramos em zonas mais técnicas ou burocráticas da indústria cinematográfica.

No campo visual, o trabalho de Renaud Roche permanece irrepreensível. O seu traço continua a ser simultaneamente simples e expressivo, com uma capacidade impressionante de captar a essência das personagens com poucos detalhes. A clareza da narrativa visual contribui de forma decisiva para o ritmo da leitura, tornando cada página um prolongamento natural do argumento. O desenho é quase sempre em escala de cinzentos, embora haja quase sempre um ou vários detalhes a cores, que tornam mais dinâmico e apelativo o conjunto gráfico.

As Guerras de Lucas - Episódio II, de Laurent Hopman e Renaud Roche - Ala dos Livros
Embora tenha gostado muito e recomende totalmente este livro, pois considero que até é daquelas obras que tem o potencial de conquistar pessoas que não têm por hábito ler banda desenhada, talvez este segundo volume não tenha o mesmo efeito de surpresa que o primeiro. E isso deve-se, em grande medida, ao facto de seguir uma estrutura e um estilo narrativo bastante semelhantes, claro. Existe um esforço evidente para evitar a sensação de “mais do mesmo”, mas a fórmula - sendo eficaz - já não impacta com a mesma frescura inicial. Isso não significa, contudo, que a obra perca valor. Pelo contrário, continua a ser um relato envolvente, tenso e profundamente humano sobre os bastidores de uma das mais importantes produções da história do cinema. Apenas se sente que o factor novidade já não joga tanto a seu favor.

A edição da Ala dos Livros é em tudo igual à do primeiro livro, apresentando capa dura baça, com detalhes a verniz; bom papel baço no interior e excelente encadernação e impressão.

Em suma, As Guerras de Lucas - Episódio II é uma continuação sólida e recomendável, sobretudo para quem apreciou o primeiro volume desta série. É um livro que reafirma a ideia de que as verdadeiras batalhas de Star Wars não aconteceram apenas no ecrã, mas sobretudo nos bastidores: nas decisões impossíveis, nas pressões esmagadoras e na perseverança quase obstinada de George Lucas. E, mais uma vez, isso basta para justificar plenamente esta bela leitura.


NOTA FINAL (1/10):
9.0


Convite: Passem na página de instagram do Vinheta 2020 para verem mais imagens do álbum. www.instagram.com/vinheta_2020


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As Guerras de Lucas - Episódio II, de Laurent Hopman e Renaud Roche - Ala dos Livros

Ficha técnica
As Guerras de Lucas - Episódio II
Autores: Laurent Hopman e Renaud Roche
Editora: Ala dos Livros
Páginas: 208, a cores
Encadernação: Capa dura
Formato: 210 x 270 mm
Lançamento: Abril de 2026

As novidades da ASA para o segundo semestre de 2026!


A ASA já avançou quais as novidades de banda desenhada que prepara para o segundo semestre deste ano!

Entre as obras anunciadas, podemos encontrar a continuação de várias das séries que a editora tem em andamento, mas também algumas apostas menos óbvias - e, talvez por isso, estimulantes - para o que ainda falta deste ano editorial.

A editora, que tem vindo a consolidar o seu bom trabalho em belas apostas nos últimos anos, informa ainda que já tem o próximo ano alinhavado em relação a novas obras.

No entanto, optou por não revelar, ainda, que obras serão essas.

Deixo-vos, mais abaixo, com os livros que deverão chegar às livrarias nos próximos seis meses: