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sexta-feira, 24 de maio de 2024

Devir vai lançar 6º volume de Lazarus!



A série Lazarus, pela qual muitos leitores portugueses andaram ávidos, vai receber o seu sexto volume durante este mês de Junho!

Será no dia 17 de Junho que este livro, da autoria de Greg Rucka,  Michael Lark e Santiago Arcas, deverá chegar às livrarias portuguesas. A editora Devir anuncia também que o livro terá um pré-lançamento, na Feira do Livro de Lisboa, no dia 15 de Junho.

Por agora, deixo-vos com a sinopse da obra e com algumas imagens promocionais.


Lazarus #6, de Greg Rucka, Michael Lark e Santiago Arcas

Com a guerra do Conclave a entrar no seu quarto ano, a família Carlyle mal consegue aguentar-se no terreno contra inimigos que a atacam de todos os lados.

Agora, Forever e Johanna Carlyle passaram à ofensiva, quebrando as alianças formadas entre os seus inimigos e removendo violentamente do mapa os LAZARUS rivais.

No entanto, os segredos começam a cobrar o seu preço e, quando forem revelados, os resultados poderão vir a ser devastadores.



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Ficha técnica
Lazarus #6
Autores: Greg Rucka e Michael Lark e Santiago Arcas
Editora: Devir
Páginas: 152, a cores
Encadernação: Capa mole
Formato: 17 x 26 cm
PVP: 14,99€

quinta-feira, 27 de outubro de 2022

Análise: Lazarus #04 - Veneno





Lazarus #04 - Veneno, de Greg Rucka e Michael Lark - Devir
Lazarus #04 - Veneno, de Greg Rucka e Michael Lark

Presumivelmente - mas não só - devido à crise e incerteza que a pandemia covid-19 trouxe ao mercado de banda desenhada, a editora Devir demorou mais do que dois anos a publicar o quarto volume da série Lazarus, de Greg Rucka e Michael Lark. E, se é verdade que todos nós, leitores de banda desenhada, gostamos que as séries vão sendo publicadas de forma assídua e a uma boa cadência, acho que, não obstante, é louvável que a Devir não tenha deixado esta série órfã. Passou bastante tempo, sim, mas a editora não esqueceu os fãs da série e voltou ao lançamento da mesma, através deste quarto volume. E que bom isso é!

Esta é uma série onde Greg Rucka nos oferece um universo vagamente futurista, onde o mundo aparece dividido por fronteiras económicas, em detrimento das fronteiras políticas ou geográficas que conhecemos nos dias de hoje. Como tal, esse controlo económico do planeta é assegurado por um punhado de relevantes famílias, polarizando posições e aumentando o constante grau de conflito que paira no planeta. Todas estas famílias têm um “Lazarus” que consiste, basicamente num “super-soldado” geneticamente modificado. No caso da família Carlyle, a sua Lazarus é Forever Carlyle.

Lazarus #04 - Veneno, de Greg Rucka e Michael Lark - Devir
Nesse quarto volume vemo-la a ser enviada para Duluth, com o objetivo de impedir que a cidade seja conquistada por Hock, pertencente a uma família rival dos Carlyle. Mas Forever Carlyle, a protagonista, terá que encetar a sua luta munida apenas com uma pequena força de apenas quatro soldados no território inimigo. Parece uma missão impossível, não?

Ainda por cima, Forever Carlyle parece ter motivações pessoais que a levam a iniciar uma revolta e a deixar de responder àquilo que lhe é pedido pelos seus superiores. E embora Forever pareça ser imortal – pois sempre regressa à vida – os desafios estão a ficar cada vez maiores.

Se a vertente bélica e de ação da história montada por Rucka é bastante interessante, pareceu-me que há depois toda uma envolvente política que é um pouco forçada em variados momentos do livro, com o aparente e único motivo de tornar a leitura mais densa. Não há mal nenhum nisso – o de acrescentar camadas de interpretação e de bastidores político-estratégicos à trama principal, entenda-se – mas parece-me que Rucka abusa um pouco disso. Que enrola um pouco o "blablabla", diga-se por outras palavras. Dei por mim, muitas vezes, a desejar que a parte de diálogos avançasse rapidamente para poder acompanhar a carismática e bem conseguida personagem central da trama. É isso que torna a série Lazarus apelativo!

Lazarus #04 - Veneno, de Greg Rucka e Michael Lark - Devir
Por tudo isto, aviso que aqueles que não leram os anteriores volumes poderão sentir-se um pouco perdidos se se iniciarem na série com a leitura deste volume. E mesmo àqueles que, como eu, já conheciam a série, apelo para que a releiam novamente para apanharem tudo. Afinal de contas, passou muito tempo entre o lançamento do terceiro álbum e este quarto volume.

Em termos visuais, também a minha opinião converge com aquilo que senti no argumento. Isto é, as partes mais lentas e de maior diálogo e trama familiar, não só são as mais maçadoras em termos de história, como também o são em termos de ilustrações. E não é que Michael Lark as desenhe mal. Mas simplesmente parecem ser desenhos menos inspirados e com uma representação cénica de interiores mais pobre.

Onde Lazarus mais impressiona visualmente é mesmo quando estamos perante momentos de ação. As representações da guerra e combates viscerais, sangrentos e muito gory estão desenhadas de uma forma que impressiona. O trabalho de Michael Lark também é muito bom ao nível da caracterização das expressões faciais que, através de uma ótima utilização das sombras, bem como de alguns elementos como a neve ou o sangue que espirra nos combates, consegue pontuar os desenhos com um maior nível de detalhe, que os torna mais reais e, também, mais apelativos à vista.

Mas para que os desenhos de Lark se destaquem, também contribuem – e muito – as belas cores de Santi Arcas, que consegue oferecer ao todo as cores adequadas para cada cena.

Lazarus #04 - Veneno, de Greg Rucka e Michael Lark - Devir
Embora, no final, se sinta um resultado bastante digital, quer nas ilustrações de Lark, quer no processo de colorização de Arcas, considero que, usadas desta forma, as ferramentas digitais conseguem ser muito positivas. Lazarus é bastante apelativa em termos visuais.

A edição da Devir é em capa mole, com bom papel brilhante e boa encadernação e impressão. Considero que este livro talvez merecesse capa dura, de forma a ficar mais robusto, mas, tendo em conta os números anteriores também editados em capa mole, esperava-se, naturalmente, que a capa continuasse a ser mole. Nota positiva para os materiais de bónus que aparecem no fim do livro e que consistem na ilustração de uma capa adicional e uma ilustração dupla. Menos positiva é o trabalho de legendagem, ao nível da font utilizada, para as legendas em voz off que acabam por ficar praticamente ilegíveis. Há muito tempo que eu não encontrava um estilo de letra tão difícil de ler. Valha-nos que, em termos de balões de diálogo, que são mais frequentes do que as legendas em voz off, isto não aconteça e a leitura não seja prejudicada. 

Em suma, é bom ver que a Devir manteve o seu compromisso com os leitores de Lazarus e que voltou à publicação da série. Sendo, por vezes, e quanto a mim, uma série desnecessariamente complexa em termos políticos, tem uma bela vertente de ação apressada e violenta que nos deixa em suspense para aquilo que a próxima página – ou livro – nos trará a seguir. E, por esse motivo, acaba por ser algo viciante.


NOTA FINAL (1/10):
7.8



Convite: Passem na página de instagram do Vinheta 2020 para verem mais imagens do álbum. www.instagram.com/vinheta_2020



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Lazarus #04 - Veneno, de Greg Rucka e Michael Lark - Devir

Ficha técnica
Lazarus #04 - Veneno
Autores: Greg Rucka e Michael Lark
Editora: Devir
Páginas: 146, a cores
Encadernação: Capa mole
Lançamento: Outubro de 2022

quarta-feira, 7 de setembro de 2022

Devir volta a lançar Lazarus!!!




Eis uma notícia que, certamente, vai deixar muita gente feliz!

A editora Devir volta a editar a série Lazarus depois de mais de dois anos em que muita gente já achava que esta série ficaria pelo caminho. Felizmente isso não vai acontecer, pelo que aplaudo a noção de compromisso da editora perante os seus leitores.

A série da autoria de Greg Rucka e Michael Lark já conta, na sua edição original, com sete volumes. Para já, este quarto volume encontra-se em pré-venda e deverá chegar às livrarias durante o mês de Setembro.

Mais abaixo, deixo-vos com a sinopse da obra e com algumas imagens promocionais.
Lazarus #04, de Greg Rucka e Michael Lark

Forever Carlyle, a Lazarus da família Carlyle, é enviada para Duluth com um único objetivo: impedir que a cidade caia nas mãos de Hock.

Com forças reduzidas e privada de qualquer apoio, ela lidera uma equipa de quatro homens dentro do território do inimigo.

Mas Forever já não obedece simplesmente ao que lhe ordenam. Ela iniciou a sua revolta. Um ato simples, que pode custar a sua vida e a da família.

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Ficha técnica
Lazarus #04
Autores: Greg Rucka e Michael Lark
Editora: Devir
Páginas: 146, a cores
Encadernação: Capa mole
PVP: 14,99€

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Análise: Jessica Jones: Pulsar

Jessica Jones: Pulsar, de Bendis, Bagley, Anderson, Lark, Gaydos e Coipel - G. Floy Studio


Jessica Jones: Pulsar, de Bendis, Bagley, Anderson, Lark, Gaydos e Coipel - G. Floy Studio
Jessica Jones: Pulsar, de Bendis, Bagley, Anderson, Lark, Gaydos e Coipel 

Jessica Jones: Pulsar é um livro com a impressionante dimensão de 360 páginas que a G. Floy editou em 2018, numa soberba edição de luxo, com uma fantástica capa grossísima em espessura, e que compila na íntegra as histórias da coleção Pulsar, da qual Jessica Jones – de quem a editora portuguesa já lançou várias outras obras – é a protagonista. 

O volume está dividido em 3 grandes histórias: a primeira, que nos coloca na criação da publicação Pulsar, um jornal pertencente ao Clarim Diário e para o qual é contratada a ex-Vingadora Jessica Jones, que se encontra grávida do, igualmente, ex-superherói Luke Cage, e a tentar ter uma vida dita “normal”. A segunda história vai colocar Jessica Jones na busca desenfreada pelo namorado que, estando a convalescer de um ataque em forma de explosão, acaba raptado sem se saber por quem mas onde Nick Fury parece estar envolvido. Finalmente, o último arco da história, traz-nos o aguardado casamento entre Jessica Jones e Luke Cage. 

Jessica Jones: Pulsar, de Bendis, Bagley, Anderson, Lark, Gaydos e Coipel - G. Floy Studio
Julgo ser de louvar que a G. Floy tenha lançado este livro, tão grande em dimensão, que apresenta, desenvolve e “arruma” bem a saga de uma personagem. É fantástico e altamente recomendável para mergulhar na personagem de Jessica Jones, conhecer o seu percurso, o início da sua relação com Luke Cage, a sua gravidez e a sua envolvência no universo de super-heróis. 

De uma forma credível, estas histórias – especialmente a primeira e a segunda - permitem-nos uma franca reflexão sobre o que seria ser-se super-herói no mundo real, que implicação isso teria na vida dos heróis e na das pessoas que os rodeiam, e que impacto a atuação dos super-heróis teria nos media - e até mesmo no sistema de saúde! E esta reflexão interessante remete-nos, por vezes, para Watchmen, ou mesmo, e especialmente, Marvels. Claro que a abordagem neste Pulsar será, por ventura, mais leve do que nas obras que menciono mas, há seguramente pontos de contacto. 

Algo que gostei bastante foi a introdução da personagem de Demo (e não Demolidor!) na segunda história. Ainda que seja uma subnarrativa sem qualquer influência na história principal de Jessica Jones, foi até, possivelmente, a parte mais profunda e negra que encontrei neste Pulsar sobre ser-se super-herói. Uma narrativa forte, amarga e triste que nos revela um lado menos bom e menos romanceado da vida de um super-herói. Pena foi, que a história apareça de forma demasiado independente da plot prinicipal. Acho que acaba por ser subaproveitada. 

Jessica Jones: Pulsar, de Bendis, Bagley, Anderson, Lark, Gaydos e Coipel - G. Floy Studio
Pulsar
é um livro que embora se foque na história pessoal de Jessica Jones, permite a aparição de numerosas personagens do universo Marvel, como o Homem-Aranha, o Homem de Ferro, Wolverine, Capitão América, Nick Fury, entre muitos outros. Bem sei que a introdução de outros super-heróis tem uma appeal comercial para as editoras e respetivos leitores de comics mas o que é certo é que, quanto mais comics vou lendo, em que aparecem outros super-heróis enquanto “convidados”, mais vou achando que isso não traz nada verdadeiramente bom ou substancial para a trama. Ou seja, perde-se o enfoque na personagem principal e olha-se de soslaio apenas, de forma superficial, para outras personagens, que têm os seus próprios meios e sagas. E, portanto, se calhar eu preferia que, também neste Pulsar, não tivessem aparecido tantos super-heróis com ações secundárias e que se tivesse apostado mais em Jessica Jones e Luke Cage. Mas enfim... Isto nada mais é, do que o meu gosto pessoal. Mas fica a nota. 

A minha história preferida foi a primeira porque considerei ser aquela que funciona melhor e onde o argumento é mais bem explorado. A segunda história tem ideias muito interessantes mas pareceu-me que, por vezes, estava um pouco embrulhada em si mesma. Menos straight to the point e isso causa-lhe alguma ausência de fluidez. A terceira e última história, a do casamento, parece-me muito desinspirada. A longa batalha é bastante gratuita e a possibilidade de um casamento Marvel – que não é todos os dias que acontece – podia ter sido muito mais bem explorada. 

Jessica Jones: Pulsar, de Bendis, Bagley, Anderson, Lark, Gaydos e Coipel - G. Floy Studio
Em termos de arte, o facto deste livro ser produto de tantos autores traz consigo o reverso da medalha dessa mesma condição. É que, sendo tão diferente na questão da ilustração, acaba por ser um produto demasiado heterogéneo entre si. Se na primeira história vamos tendo uma arte limpa, clara e estilizada, muito ao género dos habituais comics; na segunda história temos uma arte mais suja, mais riscada e mais noir - quiçá menos comercial – ao jeito do que já conhecemos de Alias; na terceira história, parece que temos uma arte algures no meio entre o estilo mais comic e o estilo mais “de autor”. É compreensível porque, afinal, são mais de cinco os autores que desenham nestas 360 páginas. Por outro lado, isso não será desculpa suficiente para que o estilo de ilustração tenha mudado tanto. E o próprio livro corrobora esta minha afirmação quando, na segunda história – a maior em dimensão – temos 3 autores diferentes a desenhá-la mas que, mesmo tendo diferenças de estilo entre si, conseguem encontrar uma homogeneidade e pontos em comum na ilustração. E penso que a única pessoa que pode ser responsabilizada por esta sensação de ausência de linha gráfica condutora é, possivelmente, Bendis por ter permitido (ou pretendido?) que o estilo de ilustração variasse tanto entre si. 

Jessica Jones: Pulsar, de Bendis, Bagley, Anderson, Lark, Gaydos e Coipel - G. Floy Studio
Seja como for, considero um livro com uma arte muito interessante. Especialmente logo a primeira história, desenhada por Mark Bagley, que apresenta um traço muito em linha com aquilo a que os comics da Marvel – e não só – nos têm habituado mas, ao mesmo tempo, tendo a sua própria personalidade. As personagens têm caras muito expressivas, as cenas de ação são espetaculares, as cores são estilizadas e dinâmicas, a planificação das pranchas arrisca coisas novas, várias vezes. Achei uma arte verdadeiramente cativante. Na segunda história, há bons momentos em termos de ilustração mas já não gostei tanto do estilo e, em parte, isso deveu-se a ter gostado tanto das ilustrações da primeira história. Quando me deparei com este novo estilo dos autores Brent Anderson, Michael Lark e Michael Gaydos, que, nos melhores momentos, me remeteu para a arte de Sean Phillips em Criminal, não fiquei tão impressionado como na primeira história desenhada por Bagley. Ainda assim,é uma arte interessante. Muito diferente da primeira, mas interessante. A história final, desenhada por Olivier Coipel, do qual li recentemente Magic Order, apresenta alguns bons momentos mas, mesmo assim, foi a que me impressionou menos. Tal como o próprio argumento dessa história, aliás, em que Bendis me parece bastante desinspirado e sem ideias que sustentem convenientemente os acontecimentos que envolvem o casamento de Jones e Cage. 

Em conclusão, e olhando para o todo e não para as partes de forma separada, há que fazer vénias à aposta da G. Floy neste enorme livro que acaba por ser uma história integral de Pulsar. A heterogeneidade da ilustração ao longo do livro tornou-se um certo problema, sim. No entanto, reitero que isso foi apenas a coisa menos boa deste fantástico lançamento da editora portuguesa. Não é uma obra inesquecível mas é um trabalho que sabe ser fantástico em vários momentos. E não restem dúvidas de Jessica Jones é uma personagem com carisma próprio e muito bem desenvolvida por Bendis. 


NOTA FINAL (1/10): 
8.4 



Convite: Passem na página de instagram do Vinheta 2020 para verem mais imagens do álbum. www.instagram.com/vinheta_2020


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Jessica Jones: Pulsar, de Bendis, Bagley, Anderson, Lark, Gaydos e Coipel - G. Floy Studio
Ficha técnica 
Jessica Jones: Pulsar 
Autores: Bendis, Bagley, Anderson, Lark, Gaydos e Coipel 
Editora: G. Floy 
Páginas: 360, a cores 
Encadernação: Capa dura 
Lançamento: Maio de 2018

quinta-feira, 18 de junho de 2020

Lançamento: Lazarus - Vol. 3




A Devir lançou recentemente, o terceiro volume de Lazarus, da dupla Greg Ruck e Michael Lark.

Abaixo encontram a nota de imprensa e as imagens promocionais.


Lazarus - Vol. 3, de Greg Ruck e Michael Lark

Lazarus situa-se num futuro em que nações foram dissolvidas e reconstruídas e o mundo é governado por quinze famílias. Forever, a Lazarus da família Carlyle, é um soldado altamente treinado, que renasce cada vez que os seus inimigos a tentam aniquilar.

Os senhores do mundo reúnem-se novamente num conclave, que junta os líderes, os seus conselheiros e, perigosamente, os Lazarus.

Ao mesmo tempo que tem lugar um delicado bailado de formalidades e manobras políticas, o que está em jogo é nada mais, nada menos do que o domínio do mundo. 

Duas fações emergiram: os que seguem Jakob Hock e os que seguem Malcom Carlyle.

Ficha Técnica:
Lazarus - Vol. 3
Autores: Greg Rucka e Michael Lark
Editora: Devir
Páginas: 150 páginas, a cores
Encadernação: Capa mole
PVP: 14,99€