Desta feita, trata-se da obra Formosa, da autora Li-Chin, que é uma estreia em Portugal. Estou bastante curioso com esta obra, pois reconheço que sei pouco ou nada sobre a mesma.
Mais abaixo, deixo-vos com a nota de imprensa sobre o livro e com algumas imagens promocionais do mesmo.
Formosa, de Li-Chin
Depois da publicação de A Aranha de Mashaad; Dostoiévski: O sol negro, Dez Mil Elefantes, Partir, ficando, chega Formosa o quinto volume da colecção novela gráfica editada pela Levoir e o jornal Público com saída a 17 de Julho.Li-Chin Lin nasceu em Taiwan em 1973. Deixou a ilha para estudar arte em França, na École Supérieure de l’Image, em Angoulême, e depois matriculou-se na escola de animação Poudrière, em Valence. Depois de realizar curtas-metragens de animação, dedicou-se à banda desenhada em 2002.
Li-Chin publicou em várias fanzines e produziu dois livros infantis. Esta é a sua primeira novela gráfica, trabalho autobiográfico, onde aborda com franqueza e muito distanciamento a sua infância, dividida entre a cultura da sua família (os seus avós falam japonês, uma recordação dos colonizadores e uma língua odiada pelo regime), os seus desejos (a atração pelo mangá) e a doutrina oficial. Ela mostra como o regime ditatorial do Kuomintang, que governa a ilha com mão de ferro praticamente sem interrupção desde a chegada de Chiang Kai-shek, pratica uma doutrinação diária da população taiwanesa em geral e das crianças em particular.
Confrontada desde muito jovem com as contradições do regime, Li-Chin Lin pertence à geração marcada pela revolta de Tiananmen, que será levada a questionar o culto à personalidade de CKS e o partido único.
O seu olhar sempre rebelde sobre a corrupção e as ambiguidades que corroem a sociedade taiwanesa combina-se com um desenho influenciado pelos códigos do mangá e uma imaginação gráfica desenfreada.
Formosa foi o nome dado no século XVI pelos portugueses à bela ilha de montanhas cobertas de verde situada junto da costa sul da China. Taiwan, por seu lado, é o nome chinês da ilha que desde 1949 a República Popular da China considera uma província rebelde.
Taiwan não pertence a nenhum país.
Taiwan não pertence a nenhum país.
É um Estado com governo democrático próprio, moeda e constituição, operando como um país autónomo desde 1949, é um dos principais focos de tensão entre Pequim e Washington.
A China reivindica soberania sobre a ilha e nunca excluiu o recurso à força para alcançar aquilo que descreve como a "reunificação".
A reunificação de Taiwan à China é imparável. – Xi Jinping (Presidente da China).
Formosa
Autora: Li-Chin
Editora: Levoir
Páginas: 256, a preto e branco
Encadernação: Capa dura
Formato: 170 x 240 cm
PVP: 16,90€






Gostava de saber quem foi o génio da lâmpada que pensou "vou aqui inventar um subtítulo porque eu sou muito inteligente". Conseguiu arruinar visualmente a capa, sendo que é precisamente o facto de Formosa ser uma palavra portuguesa que incute interesse na história. Ainda tenho de confirmar mas parece-me que estamos perante mais uma partida do nosso amigo Ronnie das caixas de texto do word. Depois do Times New Roman no título do Doistoievski, regressa agora para mais uma ovação. A Levoir é gozada à grande mas insiste nestes colaboradores.
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