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domingo, 25 de outubro de 2026

Ofertas e Revelações no Último Dia do Amadora BD!



Hoje, no último dia do Amadora BD 2026, vou participar em duas belas apresentações, às quais vos convido a comparecer.

Às 16h00, estarei à conversa com Filipe Melo, a propósito da mais recente edição especial do fantástico Balada para Sophie. Falaremos também de outros assuntos e até faremos uma revelação que, certamente, não quererão perder. Haverá ainda a possibilidade de ganharem um dos seus livros. Para tal, só têm que comparecer à apresentação marcada para as 16h00, no auditório do evento.

Às 18h00, estarei à conversa com João Mascarenhas, o mais recente galardoado com o Troféu de Honra do Amadora BD e autor dos recentes lançamentos Nas Estrelas (Editora Polvo) e O Menino Triste - Ginguba (Editora Escorpião Azul).



Não deixem de comparecer, para esta e para outras apresentações.

Até logo! 

segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Um Olhar sobre o Amadora BD 2026



O Amadora BD 2026 arrancou no fim de semana passado e está patente até ao próximo domingo, dia 25 de outubro. Desta vez, opto por escrever as minhas notas sobre o festival enquanto o mesmo ainda decorre. Talvez, quem sabe, contribua para que mais gente o possa visitar durante os dias em que está em andamento aquele que é o maior evento dedicado à banda desenhada do país.



Tal como tenho feito nos últimos anos, não vou gastar muito tempo a revisitar temas que já foram amplamente discutidos por mim noutras edições. Quem acompanha o Vinheta 2020 sabe que já escrevi várias vezes sobre o local onde o evento decorre, sobre as suas potencialidades e limitações. A minha opinião de fundo não mudou. 

Porém, seria injusto não reconhecer que a Organização continua a procurar melhorar aquilo que está ao seu alcance e a introduzir pequenas alterações que tornam a experiência dos visitantes ainda mais agradável.



Aliás, se tivesse que resumir esta edição numa única frase, diria o seguinte: "o Amadora BD 2026 não revolucionou nada, mas consolidou quase tudo aquilo que já estava a ser bem feito".

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Mais de 70 novidades no Amadora BD 2026!


Hoje, no dia da inauguração do Amadora BD 2026, trago-vos a lista de novidades de banda desenhada que podem encontrar à venda no certame!

Relembro que este não é um artigo sobre os lançamentos (esses serão cerca de 20 ou 30) mas sim sobre as novidades, ou seja, os livros que chegaram às livrarias neste último trimestre. De agosto até agora. Sei bem como há muitos leitores que utilizam o Amadora BD para fazerem grande parte das suas compras de banda desenhada e, nesse sentido, convém relembrar quais os lançamentos mais recentes. As novidades, portanto.

Ressalvo que há ainda alguns livros que serão lançados no evento e que não aparecem nesta lista pelo simples facto das capas dos mesmos não estarem ainda disponíveis.

Há aqui muita coisa que já tive a oportunidade de ler e outros livros há que quero muito ler.

Deixo-vos, então, com uma lista das obras recentes que poderão encontrar à venda no Amadora BD.

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Amadora BD 2026 - Eis o Programa Completo!


A pouco mais de uma semana de arranque daquele que é o maior evento de banda desenhada do país, o Amadora BD, já são conhecidas as exposições, os autores, o programa de apresentações, os workshops e até os horários dos autógrafos.

O lineup do Amadora BD é, por regra, forte em nomes internacionais, mas tenho que dizer que nesta edição de 2026, o cartaz me parece especialmente bom, incluindo nomes internacionais tão aclamados como Josep Homs, Guy Delisle, Craig Thompson, Ryan North, Marcello Quintanilha, Bruno Brindisi, Zanzim ou Alexis Nesme. Além destes, poderemos contar ainda com a presença dos autores internacionais Jolan Thomas, Li Chin-Lin, Iban Coello, Mansoureh Kamari, Thomas Gilbert, Henrique Magalhães, Pere Ortín, Ramon Esono Ebale, Marcin Bałczewski, Mateusz Skutnik, Wojciech Stefaniec, Mana Neyestini, Shaghayegh Moazzami, Sidney Gusman, Jefferson Costa, e Andrea Artusi. O que faz um total de 24(!) autores estrangeiros! Não sei se é record no Amadora BD, mas é bem possível que o seja.

Além dos autores estrangeiros, teremos a presença de tantos outros autores nacionais que ou apresentarão as suas novas obras ou estarão a assinar as já existentes.

São boas e belas razões para marcar presença no próximo Amadora BD que decorre dos dias 15 a 25 de Outubro. Este ano, o belo cartaz do evento tem ilustração de Luís Louro.

Mais abaixo, deixo-vos com todas as informações sobre as exposições que estarão patentes, o programa de apresentações e conversas, os horários dos autógrafos e o programa de workshops.

Vemo-nos por lá.

terça-feira, 29 de setembro de 2026

Aí estão os nomeados para os Prémios de Banda Desenhada da Amadora 2026!


O Município da Amadora divulgou ontem os nomeados para os Prémios de Banda Desenhada da Amadora da próxima edição do Amadora BD que se avizinha.

Entre as 24 obras que estão a concurso em 5 categorias, uma coisa permanece intacta: o regulamento dos prémios continua curto e pouco objetivo a vários níveis. E há (mais uma) polémica. 

Vejam, mais abaixo, a minha opinião sobre estas atribuições.

Mas, por agora, deixo-vos com a lista de nomeados, aproveitando para dar os parabéns a todos os autores e editores envolvidos nestas obras.


NOMEADOS PARA MELHOR OBRA ESTRANGEIRA DE BD EDITADA EM PORTUGAL

Soli Deo Gloria, de Jean-Christophe Deveney e Edouard Cour, editado pela Ala dos Livros
Ulysse & Cyrano, de S. Servain e Xavier Dorisson, editado pela Asa/Leya
Blast - Tomo 1/2, de Manu Larcenet, editado pela Ala dos Livros
A Fera vol. 2, de Zidrou e Frank Pé, editado pel’A Seita
Os Trabalhadores do Mar, de Michel Durand, editado pel’A Seita


NOMEADOS PARA PRÉMIO REVELAÇÃO
A Cada Sete Ondas, de Beatriz Brajal, editado pela Chilli com Carne
Canalha Borrada, de Zé Lázaro Lourenço, editado pel’A Seita
Manda msg quando chegares, de R.G.B, editado pela Iguana, uma chancela da Penguin Random House Grupo Editorial
A Solidão do Ser, de Helena Sá, editado pel’A Seita
O Cão Invisível, de Wandson Lisboa, editado pela Iguana, uma chancela da Penguin Random House Grupo Editorial


NOMEADOS PARA MELHOR FANZINE OU PUBLICAÇÃO INDEPENDENTE
Palácio #5, de Francisco Sousa Lobo, edição de autor.
Alzine #3, de Filomena Fidalgo, Guido Barsi, Nicolas Viñolo, Fil, Hugo Teixeira, Joana Mariano, Luís Sousa, Vasco Lopes, Pedro N, Miguel Santos, Rodrigo Leme, André Vieira, Rita Torres, Marta Vicente, Marcelo Degrazia, João Gordinho, Samir Karimo, José Bandeira, Lança Guerreiro, Graziela Nascimento, Marco Fraga da Silva, Sérgio Santos, Manuel Monteiro, Sandro Leonardo, Keven Rocha, Amanda Bezerra, R Lourenço, Bruna Rodrigues, Mário André, João Gil, Sofia Santos, Sara Pires, Filipe Duarte, Sofia Bernardes, Beny-Draws, Phermad, Luciano Ferreira, José Mendes, Miguel Sánchez, Ana Mota, Rafael Sanzio, Henry Diaz, Hugo Maciel, editado pela Associação Tentáculo
Augusto Trigo: “O menino que rabiscava paredes” e “Na pista de um Sonho”, de José Baptista, Augusto Trigo e Jorge Magalhães, editado pela Câmara Municipal de Moura
FANZINE POESIA BD Nº14 – A AVÓ FLORINDA E O AVÔ QUE BEBIA CACHAÇA, de António Tavares e Paulo Diogo, Edição de Autor


NOMEADOS PARA MELHOR OBRA DE BANDA DESENHADA DE AUTOR PORTUGUÊS
Caderno de Memórias Coloniais, de Isabela Figueiredo e Júlia Barata, editado pela Leya/Caminho
Rare Flavours, de Filipe Andrade e Ram V, editado pela Kingpin Books
Dormindo Entre Cadáveres, de Luís Moreira Gonçalves e Felipe Parucci, editado pela Zigurate
O Progresso da Humanidade, de João Sequeira e Rui Cardoso Martins editado pela Polvo
Atrahasis, de David Soares e Sónia Oliveira, editado pela Kingpin Books


NOMEADOS PARA MELHOR EDIÇÃO PORTUGUESA DE BD
A Fera vol. 2, de Zidrou e Frank Pé, editado pel’A Seita
O Grande Poder do Chninkel, de Van Hamme e Rosinsky, editado pela Arte de Autor
Os Trabalhadores do Mar, de Michel Durand, editado pel’A Seita
Rare Flavours, de Filipe Andrade e Ram V, editado pela Kingpin Books
Shi - Livro 2, de Zidrou e Joseph Homs, editado pela Ala dos Livros


-/-

Anunciados os nomeados e dados os parabéns a todos pelo trabalho desenvolvido, permitam-me então as minhas opiniões. Sem agenda secreta, sem favorecimentos, sem "tretas". Apenas e só a minha opinião.

São três as coisas com alguma gravidade que, a meu ver, devem ser referidas:


1) A primeira delas é a questão da obra de autor nacional ou obra nacional. Não é tema novo, é tema recorrente. Já muito se escreveu sobre o assunto e até mesmo eu, que já fui Presidente do Júri noutras edições, o revelei publicamente, e sem medos, mesmo durante o exercício das minhas presidências dos Prémios: o regulamento, tal como está, é insuficiente e é lato. 

Vejamos: as obras Rare Flavours e Dormindo Entre Cadáveres, ainda que sejam frutos da criação portuguesa, são obras que foram concebidas por e para mercados internacionais. Rare Flavours para o mercado americano e Dormindo Entre Cadáveres para o mercado brasileiro. Fará sentido que sejam premiadas pelos prémios de um mercado que não as desenvolveu? Talvez não faça. Mesmo assim, e porque me considero uma pessoa bastante coerente tenho que dizer que não atribuo, minimamente, as "culpas" destas nomeações aos jurados. Neste ponto, os jurados estiveram bem e não mudo de opinião. Se o Regulamento não faz menção a que a obra tenha que ser feita pelo e para o mercado português e que só procura premiar uma obra que tenha sido publicada em Portugal e que tenha na sua autoria um português, então os jurados estiveram bem. Cumpriram as regras. É o regulamento que deve corrigir esta questão. Isto, claro está, se a Organização achar que deve ser corrigida. Este ano houve algumas melhorias no regulamento, concedo, mas ainda há algum trabalho a fazer. Já o digo há 6 anos, todos os anos, desde que o Vinheta 2020 foi criado.


2) Se no ponto anterior considero que os jurados estiveram bem, neste segundo ponto em concreto tenho que lhes estender a minha crítica. Este ano, temos a atribuição de duas nomeações que me parecem completa e incrivelmente sem sentido: Manda msg quando chegares, de R.G.B, e O Cão Invisível, de Wandson Lisboa. O que coloco em causa não é a qualidade maior ou menor das obras em questão, mas uma coisa ainda mais óbvia: não são obras de banda desenhada. São livros ilustrados. Não é uma questão opinativa... é um facto. Notem que até me considero bastante tolerante em relação aos cânones da banda desenhada. Vejo muita gente, mais purista, que apenas considera como BD os livros que têm uma determinada planificação, com um conjunto de vinhetas, pranchas e balões, mais clássicos. Eu não sou essa pessoa. Acho que devemos abrir-nos a novas abordagens. Agora, vamos lá ter bom senso! É que, convenhamos, ter um livro sem qualquer sequencialidade gráfica, e apenas com algumas ilustrações e um ou outro ocasional balão... não é estarmos diante de um livro de banda desenhada. Não se trata de embirração minha. É o que é. Ou será que os Prémios de Banda Desenhada da Amadora podem premiar, no futuro, obras de culinária, só porque têm alguns desenhos? Manuais escolares? Cadernos de Normas de Segurança das Companhias aéreas? Vamos lá ser mais sérios e rigorosos.


3) Por último, e igualmente polémico, há um livro nomeado que, a julgar pelo Regulamento, não reúne as condições para ser considerado nestes prémios. Esse livro é Soli Deo Gloria, editado recentemente pela Ala dos Livros. Ora, segundo as regras - não fui eu que as inventei - "as obras a concurso deverão ter data de lançamento entre 1 de agosto do ano transato e 31 de julho do ano referente aos prémios." Ora, isto quer dizer que, para este ano, apenas podem contar as obras publicadas em Portugal entre 1 de agosto de 2025 e 31 de julho de 2026. Acontece que Soli Deo Gloria tem como data de edição o mês de Agosto de 2026. Está na ficha técnica. É factual. Logo, esta obra não podia nem devia ter sido considerada para estes prémios. Mas ninguém lê o próprio regulamento, for god's sake? Soli Deo Gloria pode até ser nomeada para o prémio no próximo ano. E até sair vencedora... mas, se os regulamentos servem para qualquer coisa, não pode ser nomeada este ano.

NOTA POSTERIOR À PUBLICAÇÃO DESTE ARTIGO: já fui informado que, na ficha técnica do livro Soli Deo Gloria aparece a data de julho de 2026. (Embora em TODOS os websites que visitei a data de edição do livro apareça como agosto de 2026, o que também constitui um erro de alguém). De qualquer maneira, sou sempre o primeiro a assumir o meu erro. Se o livro tem, efetivamente, data de publicação como julho de 2026, apresento as minhas desculpas aos envolvidos e digo: já cá não está quem falou. Pelo menos, relativamente a este terceiro ponto em particular. Tudo o resto se mantém.


Permitam-me acabar este artigo de opinião com uma reflexão. Não devemos olhar para o regulamento de qualquer coisa como algo que nos possa favorecer, se o fintarmos e formos mais espertos que os outros. Ninguém é mais esperto do que os outros e não há maior atentado à esperteza que é achar isso mesmo: que somos mais espertos do que os outros. Portanto, é melhor jogarmos sempre com fair play.
Dou-vos um exemplo: sei que a CERCIOEIRAS submeteu o seu livro inVISÍVEIS, do qual sou coordenador e autor, a estes prémios. E provavelmente até poderia estar entre os nomeados para, pelo menos, Melhor Publicação Independente. Digo eu. Mas isso não aconteceu... e porquê? Porque Luís Louro, que também participa nesse livro em questão, fazia parte do júri, o que criava um conflito de interesses. Como tal, imagino (e espero) que o livro inVISÍVEIS tenha sido prontamente descartado. E há algum problema nisso? Claro que não! Se está nas regras, é para cumprir. Sabemos que em anos anteriores houve casos em que obras de membros das famílias dos jurados foram vencedoras. Os jurados nessa situação abstiveram-se de votar, é certo, mas isso acabou por, ainda assim, condicionar a atribuição dos prémios. Até porque, não esqueçamos, são apenas três os jurados, o que é manifestamente pouco.
Falo nisto, pois considero mesmo que a bem da legitimidade, da clareza e da justiça, é melhor jogarmos sempre com fair play. Vale mais uma derrota com fair play do que uma vitória sem fair play. Digo eu, que sou um romântico. E é também importante que não haja dois pesos e duas medidas. Ou bem que cumprimos sempre as regras, ou bem que nunca as cumprimos. No meu caso, acho preferível que se cumpram sempre as regras. Desculpem-me caros amigos da CERCIOEIRAS, mas ainda bem que o vosso (nosso) livro não foi nomeado. Chamem-me choninhas... mas sempre vou preferir estar do lado dos que cumprem as regras. Ou se ganha cumprindo as regras ou não vale a pena ganhar.

quarta-feira, 29 de julho de 2026

O Amadora BD mais que duplica o valor do seu prémio!


São boas notícias para a banda desenhada em Portugal!

A organização do Amadora BD acaba de anunciar que o valor pecuniário do Prémio atribuído à categoria Melhor Obra de Banda Desenhada de Autor Português passa de 5.000 para 10.000€! E isto é fantástico e aumenta, naturalmente, o impacto deste prémio!

E as boas notícias não ficam por aqui: a obra vencedora da categoria Prémio Revelação passa a receber o valor pecuniário de 3.000€, quando até aqui não recebia qualquer valor em dinheiro.

Também na categoria de Melhor Edição Portuguesa de Banda Desenhada, o Município da Amadora procederá à aquisição de 100 exemplares desse livro vencedor, o que também acaba por ser um prémio para a editora que, desta forma, assegura a venda de 100 livros.

Em termos de jurados, também há alterações. Para além de um elemento proposto pelo Município e por um especialista em BD, que linha com o passado, passa agora a integrar no conjunto dos três jurados, o vencedor do prémio Melhor Obra de Banda Desenhada de Autor Português do ano passado. No caso em apreço, será Luís Louro a desempenhar essa função este ano.

Tenho que dar os parabéns à Organização do Amadora BD. Confesso que ainda acho que o júri deveria ser alargado, pelo menos, a 5 elementos, mas também tenho que ser justo e assinalar a importância de todas as coisas que já assinalei e que vão melhorar, certamente, estes prémios.

Bom trabalho!

Deixo-vos, aqui, com o novo regulamento completo.

terça-feira, 4 de novembro de 2025

Um Olhar sobre o Amadora BD 2025

Um Olhar sobre o Amadora BD 2025

Terminou no passado domingo o Amadora BD 2025, naquela que foi a 36ª edição do certame, e trago-vos hoje a minha habitual opinião sobre aquele que é o maior evento dedicado à banda desenhada em Portugal.

Não querendo escrever sobre aquilo que já escrevi - e se quiserem saber a minha opinião sobre as edições anteriores do evento poderão consultá-las aqui - vou apenas começar por tecer um breve comentário sobre o tema referente ao espaço onde decorre o Amadora BD.


Um Olhar sobre o Amadora BD 2025


O evento decorre no Parque da Liberdade (antigo Ski Skate Parque), sendo constituído por um pavilhão - onde estão patentes as exposições - e, para as restantes atividades, por espaços (tendas) que são montados apenas para o evento. Se estas são as instalações que aquele que é o maior evento do género em Portugal merece? Não, não são. 

Aliás, assumindo que a Câmara Municipal da Amadora quer continuar a ter a banda desenhada enquanto bandeira cultural, sendo "a cidade da banda desenhada", acho - como já achava há 5 anos - que este espaço é limitado para o que ali se pretende realizar. 

Das duas, uma: 
1) mantendo ali o Amadora BD - e, quanto a mim, isso até pode fazer sentido - é necessário que se construa uma estrutura física permanente. Que possa lá ficar já depois do evento terminar. "Ah, mas isso envolve muitos custos". Acredito que sim. Mas quais os custos que a Câmara da Amadora anda a despender anualmente para montagem das duas tendas que lá são montadas e desmontadas? Acho que é importante olhar para o futuro enquanto planeamos o presente. Algo que não tem sido feito.

2) é claro que o Município também pode optar por deslocar (novamente) o evento para outro local. Se o local for central, espaçoso, com bons acessos, com uma estrutura física permanente... não me parece que seja má ideia. Resta saber se haverá espaços adequados para tal efeito.

Um Olhar sobre o Amadora BD 2025


Enfim, o que quero afirmar é que, sim, acho que este espaço - em formato tenda - não é o ideal para o evento. E fecho aqui os meus comentários sobre isso. Porque, lá está, também não é nada de novo, já todos sabemos disto, e, como já disse mais acima, estou mais preocupado em falar sobre outras coisas.

E começo por dizer que, de um modo geral, este Amadora BD 2025 continuou a consolidar-se. Fiquei maioritariamente agradado com um conjunto de pequenas alterações que são para melhor. Vê-se que a Organização tem lido e escutado alguns dos reparos feitos pelos visitantes e isso, só por si, já merece a minha consideração. Ao olhar mais desatento poderão ser micro-mudanças que não são tão radicais assim, mas acredito que um conjunto de micro-mudanças permite uma mudança maior e mais estrutural.

Ora vejamos:

segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Sabe tudo - mas mesmo tudo! - sobre os vencedores do Amadora BD 2025!



Os vencedores do Amadora BD foram anunciados ontem, às 18h, na cerimónia de entrega dos prémios que decorreu no certame.

A cerimónia foi apresentada por Rui Alves de Sousa - finalmente, alguém que domina a banda desenhada e que a vive de perto, o que é um valor acrescentado para o momento. Dou os meus parabéns à Organização pela escolha.

O grande vencedor destes prémios foi o Luís Louro que, com a sua obra Os Filhos de Boba Yoga, perdão, Os Filhos de Baba Yaga, das editoras A Seita e Arte de Autor, garantiu o galardão para Melhor Obra de Banda Desenhada de Autor Português, que vale o prémio pecuniário de 5.000€, o desenho da imagem do festival do próximo ano e uma exposição dedicada à sua obra no próximo ano.

Mas houve outros grandes vencedores também. 


O Meu Irmão
, de JeanLouis Tripp, editado pela Ala dos Livros, fez o grande feito de conquistar dois galardões: o de Melhor Obra Estrangeira de Banda Desenhada Editada em Português e o de Melhor Edição Portuguesa de Banda Desenhada.

O Prémio Revelação foi entregue à obra Tales from Nevermore, de Pedro N. e Manuel Monteiro, também publicado pela Ala dos Livros. Por falar em Ala dos Livros, a editora teve um rácio de 100% de aproveitamento, tendo em conta que ganhou nas três das cinco categorias em que estava nomeada.

Borboleta, de Madeleine Pereira, da editora ASA, conquistou uma Menção Honrosa na categoria dedicada ao Prémio Revelação.


O Prémio para Melhor Fanzine / Publicação Independente, foi para Ana Margarida Matos, pela sua obra Tuas Palavras Minhas, publicado pelo Centro de Língua Portuguesa Camões IP - Bruxelas / Bedeteca de Beja.

Finalmente, um Troféu de Honra, foi atribuído a título póstumo a Filipe Duarte Pina pelo somatório da sua carreira ao serviço da banda desenhada, numa bonita e emotiva homenagem.

A bem da transparência - algo a que, como Presidente dos Prémios de Banda Desenhada da Amadora, sempre tentei almejar ao longo destes três anos - a atribuição de pontos para cada uma das obras nomeadas pelos três jurados passa a ser tornada pública.

Eis então, mais abaixo, com base nas informações que constam na ata referente à reunião de escolha dos vencedores, as diversas pontuações atribuídas pelos jurados:

quarta-feira, 22 de outubro de 2025

Mais de 80 novidades no Amadora BD 2025!


É amanhã que o Amadora BD 2025 abre portas e, como já vem sendo habitual, faço aqui um apanhado de todas as novidades de banda desenhada que por lá poderão encontrar, que são mais de 80! Haja carteira para tanta boa BD!

Como nem sempre os leitores apreendem aquilo que leem - lembro-me de, no ano passado, algumas pessoas terem comentado algo como "hey, alguns destes livros que referes não são novidades porque já estavam à venda antes do Amadora BD começar", deixem-me esclarecer que considero novidades os livros que foram lançados no último mês ou mês e meio. E são-no, se nos balizarmos pelos critérios daquilo que as livrarias/editores costumam classificar como "novidades".

Não digo que sejam "lançamentos"... mas são "novidades". É disso que este artigo fala, embora também sejam várias as BDs que serão lançadas no próprio evento.

Há muitas obras que estou especialmente empolgado para ler!

Realço que são várias as obras, nacionais ou estrangeiras, que, como podem ver mais abaixo, contam com uma capa alternativa, além da capa original. Por vezes, essa capa alternativa é exclusiva para compras da Wook ou da FNAC, pelo que poderão não as encontrar no Amadora BD. Ou poderão ter uma boa surpresa... veremos.

Nota ainda, muito positiva, para a publicação de três livros sobre banda desenhada: Luís Louro Uma Vida a Trabalhar para o Boneco, de Francisco Pedro Lyon de Castro, As Leituras do Pedro - 40 Anos de Boas Leituras, de Pedro Cleto, e As aventuras de Goscinny e Uderzo entre os Lusitanos, de Frederico Duarte Carvalho.

E feito o disclaimer, aqui estão as mais de 80 novidades que poderão encontrar no Amadora BD:

terça-feira, 21 de outubro de 2025

Amadora BD 2025 - Programa Completo, Lançamentos, Exposições, Autógrafos e Workshops!



É já no dia 23 de Outubro que o Amadora BD, o maior evento dedicado a banda desenhada em Portugal, abre portas!

O festival decorre até dia 2 de Novembro, no Parque da Liberdade (antigo ski skate park), na Amadora.

E para que não vos falte nada, deixo aqui tudo aquilo que precisam de saber: qual o programa completo, as exposições, os lançamentos, as conversas, os debates, os autógrafos e os workshops.

Aproveito ainda para vos informar que poderão encontrar-me por lá. Estarei presente na cerimónia de entrega dos prémios que deverá ocorrer durante a tarde do primeiro domingo do evento, bem como participarei nas apresentações dos livros Fresca Que Nem Uma Alface, de Henrique Magalhães, no sábado, dia 25 de Outubro, às 17h. No dia 1 de Novembro, às 16h20, apresentarei o livro Butterfly Chronicles, de João Mascarenhas, e no dia 2 de Novembro, apresentarei, às 16h20, o livro As Leituras do Pedro - 40 Anos de Boas Leituras, de Pedro Cleto, e às 18h, os livros Undertaker #8, de Xavier Dorison e Ralph Meyer e Blacksad Stories - Weekly, de Juan Díaz Canales e Giovanni Rigano. Finalmente, e ainda nesse dia 2 de Novembro, apresentarei, às 17h20, juntamente com alguns dos autores que colaboraram no livro, o meu mais recente livro, inVisíveis - Histórias de Banda Desenhada que Desmistificam Preconceitos sobre a Deficiência.

A Organização já partilhou também as regras de acesso às senhas de autógrafos que passo a transcrever:

O evento disponibiliza um dispensador de senhas digital na zona de autógrafos, permitindo uma organização eficiente. Para garantir que todos os visitantes tenham a oportunidade de interagir com os autores, será permitida a assinatura de dois livros por visitante, sendo a preferência por, pelo menos, 1 obra adquirida na área comercial do Festival. A organização reserva-se ao direito de limitar o número de senhas por autor, de acordo com a sua disponibilidade.

Abertura do Dispensador:
Sextas-feiras – 17h30
Sábados e Domingos – 10h30

Chamo, por fim, a vossa atenção por haver um horário de descontos no evento. Será de segunda à quinta-feira, entre as 18h e as 20h, que os visitantes poderão comprar livros com descontos até 15% nas editoras aderentes! Uma boa iniciativa que procura chamar visitantes nos dias com menos adesão de público.

Fiquem, então, mais abaixo, com toda a programação:



quarta-feira, 24 de setembro de 2025

Amadora BD anuncia obras nomeadas aos Prémios de Banda Desenhada da Amadora 2025!



A Amadora BD acaba de anunciar quais são as obras que estão nomeadas para a os Prémios de Banda Desenhada da Amadora 2025!

Estes são os prémios portugueses mais relevantes da banda desenhada, razão pela qual são sempre mais badalados e comentados!

Pela terceira vez, tive o prazer e honra de ser o Presidente do Júri destes galardões. Na difícil tarefa de escolher os melhores dos melhores, contei com a ajuda de Rui Cartaxo e Paulo Monteiro.

Sem mais demoras, deixo-vos com os nomeados e aproveito para dar os parabéns e desejar boa sorte a todos os autores e editores envolvidos nestas obras.




NOMEADOS - MELHOR OBRA DE BANDA DESENHADA DE AUTOR PORTUGUÊS


Borboleta, de Madeleine Pereira, editado pela ASA

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Em Redes, de Xico Santos e Audrey Caillat, editado pela Escorpião Azul

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Fojo, de Osvaldo Medina, editado pela Kingpin Books e pel' A Seita

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Os Filhos de Baba Yaga, de Luís Louro, editado pel' A Seita e pela Arte de Autor

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Wendingo, de Nunsky, editado pela Chilli com Carne




NOMEADOS - MELHOR OBRA ESTRANGEIRA DE BD EDITADA EM PORTUGAL

Hoka Hey, de Neyef, editado pela ASA 

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Na Cabeça de Sherlock Holmes, de Cyril Liéron e Benoît Dahan, editado pel' A Seita e pela Arte de Autor

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O Abismo do Esquecimento, de Paco Roca e Rodrigo Terrasa, editado pela Ala dos Livros

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O Meu Irmão, de Jean-Louis Tripp, editado pela Ala dos Livros

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Um Oceano de Amor, de Grégory Panaccione e Wilfrid Lupano, editado pela ASA



NOMEADOS - PRÉMIO REVELAÇÃO


Borboleta, de Madeleine Pereira, editado pela ASA 

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Danificada, de M. L. Vieira, editado pela Iguana

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Dias-a-Fio, de Alexandre Piçarra, editado pela Chili Com Carne

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O Arauto, de Ruben Mocho, editado pel' A Seita e pela Comic Heart

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Tales From Nevermore, de Pedro N. e Manuel Monteiro, editado pela Ala dos Livros




NOMEADOS - MELHOR EDIÇÃO PORTUGUESA DE BD


Dom Quixote de la Mancha, de Gaëtan Brizzi, Paul Brizzi, editado pel' A Seita e pela Arte de Autor

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Na Cabeça de Sherlock Holmes, de Cyril Liéron e Benoît Dahan, editado pel' A Seita e pela Arte de Autor

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Naturezas Mortas, de Zidrou e Oriol, editado pel' A Seita e pela Arte de Autor

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Os Filhos de Baba Yaga, de Luís Louro, editado pel' A Seita e pela Arte de Autor

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O meu Irmão, de Jean-Louis Tripp, editado pela Ala dos Livros



NOMEADOS - MELHOR FANZINE OU PUBLICAÇÃO INDEPENDENTE


39, de Vítor Hugo Rocha (Centro de Língua Portuguesa Camões IP - Bruxelas / Bedeteca de
Beja / Associação José Afonso - Bruxelas)

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A António Arroio 5, de Nuno Plati, Ricardo Cabral, Vasco Parracho, Francisco Caldas, Ricardo Venâncio, Patrícia Furtado, João Gil e vários alunos da Escola Artística António Arroio (Coordenação de Vasco Parracho), editado pela Escola Artística António Arroio

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Alzine Nº2, de Fil, Marco Fraga da Silva, Filipe Duarte, Ana Saúde, João Vaz, Mário André, Pedro N., Sónia Pereira, editado pela Associação Tentáculo

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Ditirambos: Noite, de Joana Afonso, Ricardo Baptista, André Caetano, Nuno Filipe Cancelinha, Diogo Carvalho, Raquel Costa, Francisco Ferreira, Sofia Neto, Sónia Mota e Carla Rodrigues, editado em regime de autopublicação

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Tuas Palavras Minhas, de Ana Margarida Matos (Centro de Língua Portuguesa Camões IP -
Bruxelas / Bedeteca de Beja)



Os vencedores serão depois conhecidos durante uma cerimónia a acontecer no primeiro fim de semana do Amadora BD, mais concretamente no dia 26 de Outubro, às 18h.


Deixo-vos, ainda com algumas informações adicionais sobre estes prémios que, quanto a mim, devem ser bem lidas e que não estão totalmente em consonância com o press release enviado esta manhã pela Organização. Já fiz saber junto da Organização que houve um erro no texto e que o mesmo deve ser corrigido no sentido de não proporcionar equívocos de julgamento.


- A Melhor Obra de Banda Desenhada de Autor Português é distinguida, mais uma vez, com um prémio pecuniário no valor de € 5.000.

- O júri da edição 2025 dos Prémios de Banda Desenhada da Amadora foi composto por três jurados – Hugo Pinto (Presidente do Júri e representante do Município da Amadora), crítico literário e especialista em banda desenhada, Paulo Monteiro, Presidente do Clube Português de Banda Desenhada e Rui Cartaxo, investigador e especialista em banda desenhada.

- Nas categorias de Melhor Fanzine / Publicação Independente, Melhor Obra de Banda Desenhada de Autor Português, Melhor Edição Portuguesa e Prémio Revelação, o jurado Paulo Monteiro (Presidente do Clube Português de Banda Desenhada e diretor da Bedeteca de Beja) solicitou a abstenção de fazer nomeações para evitar quaisquer conflitos de interesses, uma vez que a obra Tales From Nevermore (coassinada pelo seu filho) e alguns fanzines editados pela instituição que dirige estavam a concurso. Por esse motivo, não exerceu o voto nas categorias de Melhor Fanzine / Publicação Independente,  Prémio Revelação, Melhor Obra de Autor Português e Melhor Obra Estrangeira de BD editada em Portugal. Mas agora que as obras nomeadas estão aferidas, o jurado participará na votação de Melhor Obra de Autor Português, Melhor Obra Estrangeira de BD editada em Portugal e Melhor Edição Portuguesa, onde não se verificam impedimentos.

- As 25 obras nomeadas para os Prémios Nacionais de Banda Desenhada (PBDA) resultaram, assim, das que obtiveram o maior número de nomeações dos três elementos do júri, num processo em que a postura de Paulo Monteiro reforçou a transparência e a seriedade que distinguem os PBDA.

terça-feira, 29 de outubro de 2024

Um Olhar sobre o Amadora BD 2024


Um Olhar sobre o Amadora BD 2024



Um Olhar sobre o Amadora BD 2024
Entre os dias 17 e 27 de Outubro decorreu o Amadora BD, o maior festival de banda desenhada de Portugal. 

De um modo geral, acho que é comummente aceite que o Amadora BD tem vindo a solidificar a sua importância. Não tem arriscado muito nas últimas edições, é certo, mas tem sabido manter o que de bom tem vindo a ser feito desde que a atual Diretora do certame, Catarina Valente, passou a ser a pessoa responsável pelo mesmo.

Têm sido feitas algumas afinações, como a questão dos autógrafos, que melhorou substancialmente nesta edição, mas é justo dizer que aquilo que já era bom nas últimas duas, três edições se mantém como "bom", e o que era menos bom se reafirma ainda como um desafio para melhorar. E esse desafio é a questão do espaço. Não a do "local", mas a do "espaço". 

Mas vamos lá por partes, para ver se não me esqueço de nada.

segunda-feira, 14 de outubro de 2024

Amadora BD 2024 - Eis a programação de Lançamentos, Autógrafos e Workshops!



Como habitual, o Vinheta 2020 disponibiliza, de forma simples e de fácil acesso, a programação completa referente aos lançamentos, autógrafos e workshops que decorrerão no próximo Amadora BD.

Relembro que, em relação às exposições patentes no evento, já aqui dei nota.

O cartaz de autores internacionais inclui nomes como Mikaël, Aimée De Jongh, Christian Lax, Keum Suk Gendry-Kim, Alex Maleev, Joe Rubinstein, Henrique Magalhães, Marcelo d'Salete, Tainan Rocha, Matthias Lehmann, Ana Miralles Lopez, Emilio Ruiz, Bastien Loukia, Lucas Pereira, Mathieu Sapin, Stéphane Fert, Wilfred Lupano. Para além dos internacionais, poderemos contar com a presença de várias dezenas de autores portugueses.

Falando nesse tema, posso dizer-vos que poderão encontrar-me no festival em vários momentos.

No sábado, dia 19 de Outubro, às 14h00, farei a apresentação do meu livro Muitos Anos a Virar Páginas. Nesse mesmo dia, também farei as apresentações das obras Em Cada Rosto, Igualdade, de Henrique Magalhães, às 15h00; e, às 16h20, de Cogito Ego Sum - Edição Integral, de Luís Louro - com a presença de Rui Zink e João Marques.

No dia seguinte, domingo, dia 20, às 14h40, farei a apresentação de 25 Mulheres, de Raquel Costa, e no sábado seguinte, às 16h20, farei a apresentação de Espiga, de Bernardo Majer. No meio disto tudo, ainda estarei a autografar o meu livro Muitos Anos a Virar Páginas no primeiro sábado, das 14h30 às 16h00, e no segundo sábado, das 17 às 19h.

Uma coisa importante a não esquecer é que este ano há regras concretas para os autógrafos. Poderão saber quais, mais abaixo.

Sem mais demoras, convido-vos a ver, mais abaixo, a programação completa.

Vemo-nos por lá!