Mostrar mensagens com a etiqueta Lançamentos 2026. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lançamentos 2026. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 31 de julho de 2026

Liliana Maia autoedita a sua nova obra BD!



A autora portuguesa Liliana Maia, já com alguma experiência no lançamento de BD de foro mais independente, acaba de lançar o seu novo livro, intitulado BD Compilações I, em regime de autoedição.

Esta obra reúne quatro histórias e, a julgar pelo seu nome, pode ser o primeiro de outro(s) volume(s) vindouros. A autora faz saber que é ela que assume todo o processo de criação, não só da obra, em termos artísticos, como também da própria produção gráfica do livro enquanto objeto físico.

Destina-se a um público mais juvenil, mas leitores adultos também são bem-vindos.

Faço ainda uma nota, de louvor, para o facto de a autora oferecer 10% do valor de cada livro vendido para a causa da ACNUR organização da ONU para os Refugiados.
Mais abaixo, deixo-vos com a sinopse da obra e com algumas imagens promocionais.


BD Compilações I, de Liliana Maia

A primeira história chama-se Vilca, dois personagens Paulo e Raquel lutam pela libertação de Vilca a sua terra contra a raça malévola os Folda em que era suposto consolidarem a sua relação um com o outro mas acabam por se separar depois de Paulo renunciar ao cargo de governador da cidade.
41 páginas

A segunda história chama-se Maria, quase uma caso de bulling, em que uma fada ajuda Maria a voltar para o grupo onde Paula sente ciúmes dela. 
10 páginas

A terceira história chama-se Rangale, a história de um grupo de veados que avista um bébé abandonado na estrada e é a razão de dois caçadores não os abaterem e resolverem colocá-los numa reserva natural, o Parque Natural de Bongotá. 
19 páginas

A quarta e última história é Felo um curandeiro que tira uma curso de medicina em Sebol a cidade e decide percorrer os arredores de Sebol para curar quem precise da sua ajuda em cima do seu camelo fornecido por Ledas. 
20 páginas.


-/-

Ficha técnica
BD Compilações I
Autora: Liliana Maia
Auto-Edição
Páginas: 96, a cores
Encadernação: Capa dura
Formato: 16,5 x 24 cm
PVP: 32,00€ (portes de envio incluídos) -  10% das vendas vão para a causa da ACNUR organização da ONU para os Refugiados
Encomendas através do seguinte contacto: lilianamaia346@gmail.com



Chega hoje às bancas a nova Novela Gráfica da Levoir e do Público!



Já está disponível nas bancas portuguesas o novo livro da Coleção de Novelas Gráficas da Levoir e do jornal Público!

Esta nova obra intitula-se Albert Londres tem de Desaparecer e é da autoria de Frédéric Kinder e Borris, contando-nos a história de um dos jornalistas mais interessantes e influentes de sempre: Albert Londres.

Já tive oportunidade de ler o livro e posso dizer-vos que é uma boa adição a esta coleção. Brevemente falarei sobre o mesmo, num texto de análise, aqui no Vinheta 2020.

Mais abaixo, deixo-vos com a nota de imprensa da editora e com algumas imagens promocionais.

Albert Londres tem de Desaparecer, de Frédéric Kinder e Borris

A Levoir e o jornal Público editam a 31 de Julho, Albert Londres tem de desaparecer, uma novela gráfica entre a biografia e a ficção, uma proposta de Frédéric Kinder e Borris sobre o fim trágico daquele que, ainda hoje, é considerado um dos pioneiros do jornalismo de investigação. 

Londres não se limitava a relatar as notícias, mas criava-as e abordava-as de uma perspetiva pessoal. Criticava os abusos do colonialismo, como o trabalho forçado.

Quando, em dezembro de 1931, Albert Londres embarcou para a China, ninguém sabia ao certo o que ele ia lá fazer. 

Nenhum jornal o tinha enviado e os seus concorrentes questionavam-se sobre que tipo de furo jornalístico ele iria conseguir trazer, numa altura em que Xangai se encontrava no centro do conflito sino-japonês. Depois das suas reportagens que causaram grande alvoroço sobre a prisão de Cayenne, sobre o tráfico de mulheres na Argentina ou sobre o tratamento indigno dos internados em hospitais psiquiátricos, é um tráfico de armas e ópio que Albert Londres vai revelar na Ásia. Mas as revelações que o jornalista se prepara para fazer, são «dinamite», segundo as suas próprias palavras, incomodam as altas esferas, a começar pela Marinha francesa, que está envolvida nesse tráfico (que mais tarde ficaria conhecido como French Connection!). Além disso, o seu desaparecimento no naufrágio do Georges Philippar, no regresso da China em maio de 1932, deixa pairar a dúvida sobre o carácter acidental da sua morte.

Frédéric Kinder é diretor artístico e ilustrador nas áreas da edição e da publicidade. Com esta obra recebeu o Prémio de Banda Desenhada da RTL 2022. Assina o seu segundo álbum de banda desenhada sobre o destino do maior dos repórteres franceses.

Borris é um autor e ilustrador francês de BD. Depois de obter um mestrado em artes plásticas, iniciou a sua carreira em 1999, publicando histórias curtas de banda desenhada na fanzine PLG. A par do seu trabalho na área da banda desenhada, Borris realiza ilustrações para o mundo editorial e para a imprensa.

Novelas já editadas: A Aranha de Mashaad; Dostoiévski: O sol negro, Dez Mil Elefantes, Partir, ficando, e Formosa.

-/-

Ficha técnica
Albert Londres tem de Desaparecer
Autores: Frédéric Kinder e Borris
Editora: Levoir
Páginas: 104, a cores
Encadernação: Capa dura
Formato: 195 X 270 mm
PVP: 16,90€

sexta-feira, 17 de julho de 2026

Já está nas bancas a nova Novela Gráfica da Levoir e do Público!




Sai hoje, com o jornal Público, o 5º livro da Coleção de Novelas Gráficas da editora Levoir!

Desta feita, trata-se da obra Formosa, da autora Li-Chin, que é uma estreia em Portugal. Estou bastante curioso com esta obra, pois reconheço que sei pouco ou nada sobre a mesma.

Mais abaixo, deixo-vos com a nota de imprensa sobre o livro e com algumas imagens promocionais do mesmo.


Formosa, de Li-Chin

Depois da publicação de A Aranha de Mashaad; Dostoiévski: O sol negro, Dez Mil Elefantes, Partir, ficando, chega Formosa o quinto volume da colecção novela gráfica editada pela Levoir e o jornal Público com saída a 17 de Julho.
Li-Chin Lin nasceu em Taiwan em 1973. Deixou a ilha para estudar arte em França, na École Supérieure de l’Image, em Angoulême, e depois matriculou-se na escola de animação Poudrière, em Valence. Depois de realizar curtas-metragens de animação, dedicou-se à banda desenhada em 2002.

Li-Chin publicou em várias fanzines e produziu dois livros infantis. Esta é a sua primeira novela gráfica, trabalho autobiográfico, onde aborda com franqueza e muito distanciamento a sua infância, dividida entre a cultura da sua família (os seus avós falam japonês, uma recordação dos colonizadores e uma língua odiada pelo regime), os seus desejos (a atração pelo mangá) e a doutrina oficial. Ela mostra como o regime ditatorial do Kuomintang, que governa a ilha com mão de ferro praticamente sem interrupção desde a chegada de Chiang Kai-shek, pratica uma doutrinação diária da população taiwanesa em geral e das crianças em particular.

Confrontada desde muito jovem com as contradições do regime, Li-Chin Lin pertence à geração marcada pela revolta de Tiananmen, que será levada a questionar o culto à personalidade de CKS e o partido único. 

O seu olhar sempre rebelde sobre a corrupção e as ambiguidades que corroem a sociedade taiwanesa combina-se com um desenho influenciado pelos códigos do mangá e uma imaginação gráfica desenfreada.

Formosa foi o nome dado no século XVI pelos portugueses à bela ilha de montanhas cobertas de verde situada junto da costa sul da China. Taiwan, por seu lado, é o nome chinês da ilha que desde 1949 a República Popular da China considera uma província rebelde.

Taiwan não pertence a nenhum país. 

É um Estado com governo democrático próprio, moeda e constituição, operando como um país autónomo desde 1949, é um dos principais focos de tensão entre Pequim e Washington. 

A China reivindica soberania sobre a ilha e nunca excluiu o recurso à força para alcançar aquilo que descreve como a "reunificação".

A reunificação de Taiwan à China é imparável. – Xi Jinping (Presidente da China).

-/-

Ficha técnica
Formosa
Autora: Li-Chin
Editora: Levoir
Páginas: 256, a preto e branco
Encadernação: Capa dura
Formato: 170 x 240 cm
PVP: 16,90€

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Há uma nova editora portuguesa de BD!



De vez em quando, somos confrontados com boas notícias. E esta é uma delas.

Acaba de ser formada a Péssima Editora, que vai procurar oferecer-nos banda desenhada nacional de cariz mais independente. Coisa que é sempre muito bem-vinda, diria.

E até já tem obra de estreia! Trata-se de Cheap Nature - Episódios de Renúncia e Parcimónia, do autor Xavier Almeida, que é uma antologia de BD, dividida em oito episódios, que até já teve apresentação no passado Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja.

Devo dizer-vos que fiquei especialmente curioso para conhecer esta obra.

Mais abaixo, deixo-vos com a sinopse do livro e com algumas imagens promocionais.

Cheap Nature - Episódios de Renúncia e Parcimónia, de Xavier Almeida

8 existências de marginalidade variável esquivam-se de uma narração alheia e persistente. Será o texto que comenta o desenho, ou será o desenho que comenta o texto? 

Expandindo o conceito do primeiro capítulo, "o respigador" (originalmente autopublicado em 2024), Xavier Almeida leva o seu estilo expressionista mais longe que nunca, oscilando livremente entre realismo e semi-realismo ao serviço das histórias, das personagens e dos espaços que elas habitam. 

Aqui não há vaidade de estilo nem fantasmas franco-belgas: apenas o ofício do autor praticado com persistência, pouquíssima renúncia e muita, muita, parcimónia.

-/-

Ficha técnica
Cheap Nature - Episódios de Renúncia e Parcimónia
Autor: Xavier Almeida
Editora: Péssima Editora
Páginas: 260, a preto e branco
Encadernação: Capa mole
Formato: A5
PVP: 12,00€

terça-feira, 7 de julho de 2026

G. Floy Studio lança novo livro dedicado a Venom!



À semelhança do que aconteceu no ano passado, a G. Floy Studio regressa ao lançamento de banda desenhada, com o seu primeiro livro do ano a chegar até nós apenas no segundo semestre.

Falo de Venom - Preto, Branco & Sangue. Este volume continua a série Preto, Branco & Sangue, que consiste em antologias dedicadas a uma personagem Marvel. A característica especial em termos visuais dos álbuns constantes nesta coleção, é que as histórias são-nos dadas a preto e branco, com a cor vermelha a ter, depois, destaque. São vários os autores - uns mais veteranos, outros mais emergentes - que participam.

Desta vez, as histórias são dedicadas a Venom, um dos vilões - ou anti-heróis - do universo Homem-Aranha.

O livro deverá chegar às bancas a partir de amanhã e às livrarias na semana seguinte, a partir do dia 15 de julho.

Mais abaixo, deixo-vos com a sinopse da obra e com algumas imagens promocionais.


Venom – Preto, Branco & Sangue, de vários autores

A sobrevivência exige sacrifícios — e cada gota de sangue tem uma história para contar.

Venom: Preto, Branco & Sangue é uma arrepiante colecção de contos intensos a preto e branco com toques de vermelho, nos quais o simbionte é desencadeado na sua forma mais primal e intransigente.

Cada capítulo permite ao leitor embrenhar-se no elo volátil entre hospedeiro e parasita, revelando Venom não só como um anti-herói dividido, mas também como uma imparável força da natureza.

Leitura obrigatória para fãs de narrativas sombrias e arte impactante, pela mão de lendas dos comics como J.M. DeMatteis, Al Ewing, Erik Larsen e Chris Bachalo.

Este álbum reúne as histórias publicadas originalmente em Venom: Black, White & Blood #1–4.



-/-

Ficha técnica
Venom - Preto, Branco & Sangue
Autores: Vários
Editora: G. Floy Studio
Páginas: 152, a cores
Encadernação: Capa dura
Formato: 18 x 27,5 cm
PVP: 23,00€

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Chega hoje às bancas novo livro de Chabouté!



Sai hoje com o jornal Público, o novo livro da Coleção de Novelas Gráficas da editora Levoir que dá pelo nome de Partir, Ficando e é da autoria de Christophe Chabouté, de quem sou um grande admirador!

Este é um livro poético e com uma história lindíssima, que nos deixa a refletir, e que aconselho a toda a gente!

Mais abaixo, deixo-vos com a nota de imprensa da obra e com algumas imagens promocionais sobre a mesma.


Partir, Ficando, de Chabouté

O mais recente trabalho de Christophe Chabouté, Partir, ficando chega aos leitores portugueses através da colecção novela gráfica que a Levoir e o Público editam a 3 de Julho.

Chabouté tem várias obras editadas pela Levoir, nomeadamente: Acender uma Fogueira, Moby DicK (2 volumes) e Táxi Amarelo.

Christophe Chabouté é o vencedor da 13.ª edição do Prémio Landerneau BD do Espace Culturel E. Leclerc pela sua novela gráfica Partir, ficando.

Nascido na Alsácia em 1967, vive atualmente na ilha de Oléron. Publicou as suas primeiras ilustrações em 1993, Récits, um álbum coletivo sobre Arthur Rimbaud. A sua cor preferida é o preto e branco. Deixa ao leitor a liberdade de acrescentar a sua própria cor. O preto e branco é simplesmente o seu modo de expressão. Na sua cabeça, está escrito que as histórias que conta são a preto e branco para se libertar de constrangimentos estéticos e narrativos. Só utiliza a cor se esta acrescentar significado à história, o que acontece em Partir, ficando.
O Alasca, a última fronteira... Esta região selvagem e hostil, o sonho de todo o viajante aventureiro... Sonhei em partir para o fim do mundo, percorrer os seus vastos espaços. Mas fui obrigado a ficar. Então parti sem partir... Apanhei peixes-trombeta, patos-listrados e lebres-de-gola. Segui os rastros e as pegadas da fauna local. Consegui capturar um animal desconhecido.

Com esta bela história, Chabouté mostra-nos uma forma de nos reapropriarmos da realidade, do mundo que nos rodeia, desligando-nos da rotina. A sua personagem pára, deixa o tempo passar à sua volta e começa a observar: olha para tudo, para as pessoas, as formas, as cores… e também escuta. Como alguém que descobre o mundo pela primeira vez, demora-se e maravilha-se com cada detalhe que o rodeia, mesmo os mais pequenos e insignificantes — à primeira vista.
“Grande contador de histórias, Chabouté oferece-nos com este álbum pranchas mágicas. Uma obra-prima em preto e branco com toques de cor.” La Croix

Títulos da colecção já publicados: A Aranha de Mashaad; Dostoiévski: O sol negro e Dez Mil Elefantes.

-/-

Ficha técnica
Partir, Ficando
Autor: Christophe Chabouté
Editora: Levoir
Páginas: 152, a preto e branco, com algumas vinhetas a cores
Encadernação: Capa dura
Formato: 195 x 270 mm
PVP: 16,90€

sexta-feira, 26 de junho de 2026

A Seita edita nova BD de autor polaco!



A somar ao conjunto já relevante de obras de autores polacos publicados no âmbito da coleção Bursztyn/Âmbar, a editora A Seita acaba de editar o livro Lunáticos, dos autores Adam Fyda e Marek Ospalski.

Esta é uma obra que adapta para banda desenhada a obra Na Orbe de Prata, um clássico da literatura de ficção científica polaca.

A coleção Bursztyn/Âmbar já detém, relembro, as obras Três Irmãs, de Anna Poszepczyńska; Heksa: A Bruxa, de Kasia Witterscheim e Xulm e, agora, este Lunáticos.

Mais abaixo, deixo-vos com a sinopse da obra e com algumas imagens promocionais.
Lunáticos, de Adam Fyda e Marek Ospalski

Em 1913, a primeira expedição lunar parte da terra. Cinco aventureiros seguem para o lado oculto do globo prateado, onde acreditam existir uma atmosfera. Pouco depois, o contacto com eles é perdido. Ninguém sabe o que descobriram ou se ainda estão vivos. Esta é uma história de morte, amor, saudade e esperança. Lunáticos é a adaptação à banda desenhada da obra No Orbe de Prata, de Jerzy Zulawski, um pioneiro da ficção-científica, frequentemente considerado como o Júlio Verne polaco.

Adam Fyda formou-se na Academia de Belas Artes de Wrocław, na Polónia, na Faculdade de Pintura. Durante muitos anos, trabalhou como designer gráfico, ilustrador, director de arte e designer de capas de livros.

Em 2020, publicou a sua primeira banda desenhada, inspirada no conto de Lovecraft “Nas Montanhas da Loucura”. Seguiram-se “Perseguindo o Fantasma” (2021) e uma adaptação do clássico romance de terror de Arthur Machen, “O Grande Deus Pã” (2022). As suas obras já foram publicadas na Polónia, Itália, Reino Unido, e agora Portugal. A sua obra mais recente, “Lunáticos”, escrita em parceria com Marek Ospalski, baseia-se em “No Globo de Prata”, do escritor polaco Jerzy Żuławski – um dos primeiros romances de ficção científica já escritos. Publicada originalmente na Polónia pela Timof Comics, e já editada em França, é agora lançada em Portugal no âmbito da colecção Bursztyn/Âmbar.

Marek Ospalski é bibliotecário, e sempre gostou de palavras e textos. É o co-argumentista de Lunáticos.

-/-

Ficha técnica
Lunáticos
Autores: Adam Fyda e Marek Ospalski
Adaptado a partir da obra original de: Jerzy Zulawski
Editora: A Seita
Páginas: 136, a cores
Encadernação: Capa dura
Formato: 195 x 260 mm
PVP: 20,00€

quinta-feira, 25 de junho de 2026

Vem aí adaptação para BD do thriller de R. J. Ellory!



A Arte de Autor, cujo 2026 está a ser um ano marcado por boas escolhas editoriais, volta a surpreender ao editar a adaptação para banda desenhada de Apenas o Silêncio, o romance de R. J. Ellory.

Os responsáveis pela adaptação são Fabrice Colin e Richard Guérineau (este último, de quem a editora Ala dos Livros tem publicado a série A Sombra das Luzes).

Trata-se da história de um homem marcado por uma série de assassinatos na sua infância que tenta, ao longo da vida, encontrar a verdade e lidar com a culpa e as consequências desse passado traumático.

O livro já se encontra  à venda em livrarias.

Mais abaixo, deixo-vos com a sinopse da obra.

Apenas o Silêncio, de Fabrice Colin e Richard Guérineau

A partir do romance de R.J. Ellory

Joseph Vaughan, que se tornou um escritor de sucesso, recorda acontecimentos que abalaram a sua infância e que o vão perseguir, perseguindo-o durante toda a sua vida adulta: os assassinatos de jovens raparigas perpetrados ao longo de várias décadas, de que foi testemunha involuntária.

Joseph tem doze anos quando descobre o corpo de uma menina assassinada na sua aldeia, na Geórgia. Uma das primeiras vítimas de uma longa série de crimes. Anos mais tarde, quando o caso parece finalmente resolvido, Joseph muda-se para Nova Iorque.

Mas, mais uma vez, os assassinatos de crianças multiplicam-se… Para exorcizar os seus demónios, Joseph parte em busca do assassino que o assombra. Com este conto sombrio de escuridão absoluta, R. J. Ellory evoca tanto William Styron como Truman Capote, através do poder da sua escrita e da complexidade das emoções que explora.

Mais do que uma história de assassino em série perfeitamente construída e repleta de suspense constante, “Only Silence” tornou-se um marco na história do thriller. Com este romance implacavelmente sombrio e impiedoso, R. J. Ellory revela o poder da sua escrita e a complexidade das emoções que explora.

Adaptado por Richard Guérineau (Prix Critiques Libres 2016, etc.) e Fabrice Colin (Grand Prix de l’Imaginaire 2004 e 2010, etc.)

-/-

Ficha técnica
Apenas o Silêncio
Autores: Fabrice Colin e Richard Guérineau
Editora: Arte de Autor
Páginas: 112, a cores
Encadernação: Capa dura
Formato: 17 x 24 cm
PVP: 27,50€

Arte de Autor e A Seita editam nova BD de Zidrou e Jordi Lafebre!



Já aqui tinha sido anunciado, mas agora é facto consumado! As editoras Arte de Autor e A Seita preparam-se para editar a obra Brigada de Costumes, que conta com argumento de Zidrou e ilustrações de Jordi Lafebre.

O livro já se encontra em pré-venda no site da editora Arte de Autor e deverá chegar às livrarias a partir do próximo dia 30 de junho.

Eu, enquanto confesso fã dos dois autores, estou com enorme vontade de mergulhar nesta leitura! Esta obra foi originalmente editada em dois volumes, mas a edição portuguesa será de um só volume integral.

Mais abaixo, deixo-vos com a sinopse da obra e com algumas imagens promocionais.

Brigada de Costumes, de Zidrou e Jordi Lafebre

A dupla Zidrou e Jordi Lafebre (Lydie, Verões Felizes) reencontra-se na esquadra de Paris na década de 1930!

Esta história em duas partes retrata o quotidiano da esquadra: o jovem inspetor Aimé Louzeau inicia-se na infiltração e vigilância para desvendar segredos cruciais para os mais altos escalões governamentais. 

Mas a polícia também tem os seus segredos, e Aimé, filho de um padre excomungado, não é excepção…

-/-

Ficha técnica
Brigada de Costumes
Autores: Zidrou e Jordi Lafebre
Editoras: A Seita e Arte de Autor
Páginas: 136, a cores
Encadernação: Capa dura
Formato: 210 x 285 cm
PVP: 27,00€



quarta-feira, 24 de junho de 2026

A Seita edita novo "Lucky Luke" de Matthieu Bonhomme!



Já está disponível o mais recente livro de Lucky Luke, da coleção Lucky Luke Visto Por..., que a editora A Seita tem vindo a publicar em Portugal!

O novo título chama-se A Longa Marcha de Lucky Luke e volta a trazer-nos a interpretação do "cowboy que dispara mais rápido que a própria sombra" de Matthieu Bonhomme, autor que já nos deu os belíssimos Procura-se Lucky Luke e O Homem Que Matou Lucky Luke. Que são, aliás, os melhores álbuns da série, quanto a mim. Pelo que, não fosso negar, estou muito curioso para mergulhar nesta terceira aventura da personagem que Bonhomme arquiteta.

Mais abaixo, deixo-vos com a sinopse da obra e com algumas imagens promocionais.
A Longa Marcha de Lucky Luke, de Matthieu Bonhomme

“Talvez ainda estejamos a tempo de salvar o nosso mundo!”

Uma aventura de Lucky Luke nas florestas geladas e percorridas por lobos do território Lakota, no norte da América, na companhia de um jovem rapaz, Nuvem-Vermelha… um western simultaneamente clássico e actual, que demonstra mais uma vez o virtuosismo gráfico de Matthieu Bonhomme! A edição portuguesa d’A Seita inclui um caderno de extras adicional.

Nascido em Paris, em 1973, Matthieu Bonhomme iniciou-se na BD como assistente de Christian Rossi, o extraordinário desenhador que substituiu Jean ‘Moebius’ Giraud como desenhador da série Jim Cutlass – o “outro” western a que o desenhador do Tenente Blueberry esteve ligado.

Grande fã do western, Bonhomme confessa que “aprendi a desenhar com Lucky Luke, série que foi um dos pilares da minha formação como leitor” e agarrou a possibilidade de escrever e desenhar uma aventura da sua personagem preferida sem hesitação, e produziu um dos mais aclamados álbuns do cowboy de Morris, “O Homem que Matou Lucky Luke”. Vencedor de vários prémios em Angoulême ao longo da sua carreira, Bonhomme voltou ao período do western com a sua série ‘Charlotte Imperatriz’, sobre a princesa belga que se tornou imperatriz do México em 1864, antes de assinar “Procura-se Lucky Luke”. 

Neste momento é de longe o mais popular e aclamado autor de homenagens a Lucky Luke, pelo que não se estranha que neste ano em que se festejam os 80 anos do cowboy que dispara mais rápido que a sombra, tenha regressado ao seu universo com eles “A Longa Marcha de Lucky Luke”.

-/-

Ficha técnica
A Longa Marcha de Lucky Luke
Autor: Matthieu Bonhomme
Editora: A Seita
Páginas: 88, a cores
Encadernação: Capa dura
Formato: 240 x 320 mm
PVP: 18,99€